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    Carteira de dividendos: veja papéis mais recomendados para fevereiro

    Ao todo, foram analisadas as recomendações de investimentos de sete bancos e corretoras

    Amanda Sampaioda CNN

    em São Paulo

    O Itaú Unibanco liderou as indicações das instituições financeiras para a carteira de dividendos em fevereiro, segundo levantamento da CNN.

    Foram analisadas a carteira de dividendos de sete bancos e corretoras do Brasil: Santander, Empiricus Research, Warren, Inter, XP, Genial e BTG Pactual.

    Veja as ações mais indicadas

    • Itaú: 5 recomendações
    • Vale: 5 recomendações
    • Banco do Brasil: 4 recomendações
    • Petrobras: 4 recomendações
    • BB Seguridade: 4 recomendações
    • Eletrobras: 4 recomendações
    • Contexto econômico

    O mês de janeiro terminou com a chamada “Superquarta”, que acontece quando Estados Unidos e Brasil decidem sobre juros no mesmo dia.

    Lá fora, o Federal Reserve (Fed, o Banco Central americano) deixou a taxa básica de juros inalterada no intervalo de 5,25% – 5,50%.

    O Fed deu um passo importante para reduzir a taxa nos meses à frente, em uma declaração de política monetária que contrabalançou preocupações com a inflação com outros riscos para a economia norte-americana e retirou uma referência de longa data a possíveis novos aumentos nos custos de empréstimos.

    Já no cenário doméstico, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reduziu a Selic em 0,5 ponto percentual. Agora, os juros estão em 11,25%.

    Em comunicado, o Copom manteve a perspectiva de novos cortes da mesma magnitude nas próximas reuniões.

    Para o BTG Pactual, as perspectivas para a economia brasileira em 2024 são positivas.

    “No que diz respeito à inflação, os indicadores qualitativos, como as medidas do núcleo e difusão, continuam a implicar uma dinâmica positiva da inflação e têm conduzido a revisões baixistas das projeções de inflação para 2024”, avalia o banco.

    Ainda de acordo com a instituição, a queda expressiva que deve ser observada nas taxas de juros no curto prazo deverá ter impacto positivo nos lucros das empresas este ano.