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    “Brasileiros precisam parar de falar mal do Brasil”, diz presidente do BNDES

    Para Aloizio Mercadante, o país precisa aproveitar a janela de oportunidades e dar um salto histórico na economia

    Presidente do BNDES, Aloizio Mercadante
    Presidente do BNDES, Aloizio Mercadante 14/04/2023REUTERS/Tingshu Wang

    Leonardo Ribbeiroda CNN

    Brasília

    O presidente do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, disse nesta terça-feira (19) que os brasileiros precisam parar de falar mal do Brasil.

    “Nós precisamos defender o país. Valorizar, reconhecer as conquistas. Estamos com a inflação dentro da meta, taxa de juros caindo, passamos a ser a nona economia do mundo, o rating do Brasil melhorou e o risco soberano caiu”, afirmou.

    Segundo ele, o Brasil precisa aproveitar essa janela de oportunidades e dar um salto histórico na economia e no desenvolvimento.

    As declarações foram dadas durante abertura do seminário “Descarbonização: os desafios para a mobilidade de baixo carbono no Brasil”, promovido pela Esfera Brasil e pela Mobilidade de Baixo Carbono para o Brasil (MBCB).

    O presidente do BNDES destacou o que chamou de retomada da indústria brasileira e fez elogios ao programa Nova Indústria Brasil (NIB), lançado pelo governo federal em janeiro deste ano com oferta de empréstimos a juros reduzidos.

    A maior parte dos recursos, R$ 300 bilhões, virá por meio de financiamentos do BNDES, da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii).

    “Estamos assistindo a agora a uma recomposição da indústria automotiva. Todos esses investimentos, que estão acima de R$ 100 bilhões, não vieram do acaso. Foi a determinação de taxarmos o carro elétrico para estimularmos a nossa rota promissora, que é o carro híbrido”, afirmou.

    Mercadante destacou ainda a liberação, pelo BNDES, de R$ 20 bilhões em crédito para investimentos em inovação no país pelos próximos quatro anos, com taxa de juros de 1,7% ao ano. “Vamos pisar no acelerador. Este país precisa de crédito, e crédito mais barato”, finalizou