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    Ator ironiza decisão da Suprema Corte dos EUA e diz que “proíbe homofóbicos de assistir White Lotus e Sopranos”

    Michael Imperioli usou as redes sociais para demonstrar insatisfação com a Corte

    Ator Michael Imperioli
    Ator Michael Imperioli Reprodução/Instagram

    Alli Rosenbloomda CNN

    O ator Michael Imperioli usou as redes sociais no sábado (1°) para ironizar uma decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos, que foi a favor de um web designer cristão que se recusa a criar sites para celebrar casamentos entre pessoas do mesmo sexo.

    “Decidi proibir intolerantes e homofóbicos de assistir ‘The Sopranos’, ‘The White Lotus’, ‘Os Bons Companheiros’ ou qualquer filme ou programa de TV em que participei”, escreveu. 

    “Obrigado à Suprema Corte por permitir que eu discrimine e exclua aqueles com quem não concordo e com os quais me oponho. EUA! EUA!”, acrescentou.

    O ator, mais conhecido por seus papéis nos dramas vencedores do Emmy da HBO “The Sopranos” e “The White Lotus”, postou uma captura de tela de uma reportagem com a manchete: “Suprema Corte protege web designer que não faz sites de casamento gay.”

    Na seção de comentários, Imperioli continuou a expressar sua fúria com a decisão, dizendo: “o ódio e a ignorância não são um ponto de vista legítimo”. “A América está ficando mais burra a cada minuto”, disse em outro comentário.

    Na sexta-feira (30), último dia do mês do Orgulho LGBTQIA+, a Suprema Corte decidiu, por 6 a 3, a favor de Lorie Smith, a web designer do Colorado que se recusa a criar sites para celebrar casamentos entre pessoas do mesmo sexo por causa de objeções religiosas.

    A decisão foi escrita pelo juiz Neil Gorsuch, que se juntou aos outros cinco juízes conservadores da Corte.

    A juíza Sonia Sotomayor redigiu uma dissidência acompanhada por seus colegas liberais, as juízas Elena Kagan e Ketanji Brown Jackson.

    A decisão representa um golpe devastador para as proteções LGBTQIA+, que nos últimos anos foram reforçadas por decisões históricas no mais alto tribunal do país, e vai alarmar os críticos que temem que o atual tribunal esteja mirando na anulação do caso de casamento de 2015.

    Este conteúdo foi criado originalmente em inglês.

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