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    Ídolo da França, Henry se junta a Mbappé em críticas à extrema direita

    Técnico da equipe olímpica francesa apoiou os jogadores da seleção principal que falaram sobre o tema

    Mbappé e Thierry Henry em entrevista no Parc des Princes
    Mbappé e Thierry Henry em entrevista no Parc des Princes Jean Catuffe/Getty Images

    Da CNN

    As críticas de jogadores da Seleção Francesa ao avanço da extrema direita no país ganharam mais um reforço de peso nesta segunda-feira (17). Depois de Marcus Thuram e Kylian Mbappé, o técnico da equipe olímpica de futebol da França, Thierry Henry, colocou-se do mesmo lado dos atletas.

    Em entrevista coletiva, Henry se antecipou às perguntas dos repórteres para fazer um breve pronunciamento sobre o tema.

    “Creio que já sei o caminho que esta entrevista vai tomar, então falarei primeiro. Concordo com tudo o que foi dito antes a respeito se entramos na política. Não vou me aprofundar no debate, mas compartilho das palavras já ditas, especialmente dos jogadores da seleção [principal], como Marcus [Thuram], Kylian [Mbappé], Ousmane [Dembelé]”, afirmou o ex-atacante.

    “Há algo importante aconrecendo. O que pode ser feito para bloquear os extremos é irmos votar, então vamos votar. Estou contra tudo o que divide e a favor daquilo que pode unir”, completou.

    Campeão do mundo em 1998 e da Eurocopa em 2000, Thierry Henry é o segundo maior artilheiro da história da Seleção Francesa, com 51 gols, atrás apenas de Olivier Giroud, que tem 57. Mbappé é o terceiro da lista, com 47.

    Henry é o técnico da equipe olímpica que disputará os Jogos de Paris. O desejo do treinador era contar com Kylian Mbappé no torneio, mas o astro do Real Madrid já afirmou que seu novo clube é contra a ideia e não deverá fazer parte do elenco que jogará a Olimpíada.

    No domingo (16), às vésperas da estreia na Eurocopa contra a Áustria, Kylian Mbappé reforçou o discurso de seu companheiro Marcus Thuram, que no sábado (15) já havia falado sobre as eleições, utilizando a entrevista coletiva para se posicionar contra o Reunião Nacional (RN), partido liderado por Marine Le Pen e que derrotou os governistas na eleição para o Parlamento Europeu.

    No último dia 9, o presidente francês Emmanuel Macron dissolveu o parlamento e convocou eleições legislativas antecipadas. O primeiro turno será realizado em 30 de junho, com um segundo turno em 7 de julho.

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