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    Ataque a complexo escolar em Gaza deixa ao menos 25 mortos, diz ministério palestino

    Caso acontece dias após Forças de Defesa de Israel emitirem alerta de desocupação

    Médicos ajudam palestinos em posto médico formado para obter melhor acesso às linhas de frente, em Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza
    Médicos ajudam palestinos em posto médico formado para obter melhor acesso às linhas de frente, em Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza 30/01/2024REUTERS/Ibraheem Abu Mustafa

    Abeer SalmanKareem Khadderda CNN

    Ao menos 25 pessoas foram mortas em um ataque aéreo a um complexo escolar que abrigava pessoas deslocadas perto da cidade de Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza, de acordo com o Ministério da Saúde palestino em Gaza.

    A pasta disse em uma declaração que Israel mirou “o portão de uma escola que abrigava pessoas deslocadas na cidade de Abasan, a leste da cidade de Khan Younis”, chamando o caso de “um massacre hediondo contra cidadãos deslocados”.

    Mais 53 pessoas ficaram feridas, e o número de mortos deve aumentar, pois as vítimas ainda estão sendo transferidas para o Hospital Nasser em Khan Younis, segundo com o ministério.

    Isso ocorre dias após as Forças de Defesa de Israel (FDI) emitirem instruções para centenas de milhares de pessoas em Khan Younis, Shujaya e vários bairros da Cidade de Gaza para saírem da região.

    Com isso, o número total de pessoas deslocadas em Gaza aumentou de 1,7 milhão, em maio, para cerca de 1,9 milhão agora, de acordo com a ONU.

    Estima-se que aproximadamente nove em cada 10 pessoas em Gaza estejam deslocadas internamente, muitas delas várias vezes.

    As FDI afirmaram que as ordens de desocupação são necessárias para que os civis não sejam pegos em suas operações em áreas onde o Hamas está tentando restabelecer presença.

    Os militares pontuaram ainda que fazem grandes esforços para evitar baixas civis.

    O Hamas, por sua vez, comentou que as desocupações ameaçam retornar as negociações para um cessar-fogo e acordo de reféns à “estaca zero”.