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    Boris Johnson anuncia sanções a cinco bancos russos e três indivíduos

    Segundo Johnson, é hora de se "preparar" para as próximas etapas possíveis do plano de Putin para a Ucrânia

    Primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson em Varsóvia, durante visita à Polônia
    Primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson em Varsóvia, durante visita à Polônia 10/02/2022 Daniel Leal/Pool via REUTERS

    Reuters

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    O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, disse nesta terça-feira (22) que vai impor sanções a cinco bancos russos com operações no Reino Unido, bem como a três executivos de alto padrão.

    “O Reino Unido está sancionando os seguintes bancos: Rossiya, IS Bank, General Bank, Promsvyazbank e o Black Sea Bank, assim como três indivíduos”, disse Johnson ao Parlamento. São eles Gennady Timchenko, Igor Rotenberg e Boris Rotenberg.

    Segundo Johnson, é hora de se “preparar” para as próximas etapas possíveis do plano do presidente russo, Vladimir Putin, para a Ucrânia, depois que Moscou enviou forças russas para duas regiões separatistas no leste do país.

    “A Câmara não deve ter dúvidas de que o desdobramento dessas forças no território soberano ucraniano representa uma nova invasão daquele país”, disse ele à Câmara dos Comuns, a câmara baixa do parlamento.

    Além disso, Johnson afirmou que espera que países aliados ocidentais também imponham bloqueios financeiros à Rússia, e disse querer impedir que as empresas russas consigam levantar fundos no mercado britânico e mundial.

    “Queremos impedir que as empresas russas consigam levantar fundos em libras esterlinas ou mesmo em dólares. Queremos que parem de levantar fundos nos mercados do Reino Unido e queremos tirar o véu que esconde a posse das propriedades deste país”, declarou.

    “Devemos agora nos preparar para as próximas etapas possíveis do plano de Putin: a subversão violenta de áreas do leste da Ucrânia por agentes russos e seus mercenários, seguida por uma ofensiva geral por quase 200.000 soldados russos reunidos nas fronteiras no auge da prontidão para atacar”, criticou o premiê.

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