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    China sanciona Nancy Pelosi por visita “provocativa” a Taiwan

    Ministério chinês de Relações Exteriores afirmou que presidente da Câmara dos Estados Unidos ameaçou "a paz e a estabilidade" na região

    Presidente da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, se encontra com a presidente de Taiwan, Tsai Ing-wen, em Taipé, Taiwan
    Presidente da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, se encontra com a presidente de Taiwan, Tsai Ing-wen, em Taipé, Taiwan 03/08/2022 Gabinete Presidencial de Taiwan/Disponibilizado via REUTERS

    Ryan Wooda Reuters

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    A China decidiu sancionar a presidente da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, e alguns de seus parentes em resposta a suas ações “viciosas” e “provocativas”, informou o Ministério das Relações Exteriores da China nesta sexta-feira (5).

    “Apesar das sérias preocupações e firme oposição da China, Pelosi insistiu em visitar Taiwan, interferindo seriamente nos assuntos internos chineses, minando a soberania e a integridade territorial da China, atropelando a política de ‘Uma China’ e ameaçando a paz e a estabilidade do Estreito de Taiwan”, disse um porta-voz do ministério em comunicado.

    Nesta sexta, Pelosi chegou ao Japão, cujos líderes protestaram contra Pequim depois que cinco projéteis caíram perto das ilhas japonesas.

    A líder da Câmara dos EUA se encontrou com o primeiro-ministro do Japão, Fumio Kishida, com a atenção voltada para o Estreito de Taiwan, onde o exército chinês ampliou seus exercícios aéreos e marítimos.

    Falando em Tóquio, Pelosi acusou a China de tentar “isolar Taiwan”, apontando para a exclusão da ilha de grupos internacionais como a Organização Mundial da Saúde. “Eles podem tentar impedir que Taiwan visite ou participe de outros lugares, mas não vão isolar a ilha impedindo-nos de viajar para lá”, disse ela.

    A líder da Câmara americana acrescentou que sua visita a Taiwan foi para manter o status quo, não para mudá-lo.

    Kishida acrescentou que os exercícios militares chineses eram “uma questão séria em relação à segurança de nosso país e de seu povo” e pediu a suspensão imediata dos exercícios. O Japão e os EUA “trabalharão juntos para manter a estabilidade no Estreito de Taiwan”, afirmou.

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