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    Conselheiro dos EUA chama atenção de Rússia e China por ausência no G20

    Presidente russo, Vladimir Putin, e líder chinês Xi Jinping, não comparecerão à cúpula pessoalmente; Jake Sullivan elogiou "união" dos EUA com a Europa

    Xi Jinping, presidente da China, e Vladimir Putin, presidente da Rússia
    Xi Jinping, presidente da China, e Vladimir Putin, presidente da Rússia Foto: Mikhail Svetlov/Getty Images

    Betsy Kleinda CNN*

    O conselheiro de segurança nacional dos Estados Unidos, Jake Sullivan, chamou a atenção para a Rússia e a China na terça-feira (26) antes da cúpula do G20, observando que nenhum dos presidentes comparecerá à cúpula pessoalmente. Sullivan, no entanto, elogiou a união entre os EUA e a Europa.

    “Gostaria de salientar que a China e a Rússia não participarão da cúpula pessoalmente no nível de líder, em grande parte, ao que parece, devido à Covid-19”, disse Sullivan a jornalistas na terça-feira, antes da viagem de Biden a Roma, cidade onde ocorre a cúpula do clima.

    Ele continuou: “Os EUA e a Europa estarão lá. Eles estarão lá energizados e unidos no G20 e na COP26, conduzindo a agenda, moldando a agenda no que se refere a essas questões internacionais significativas.”

    Em uma alusão a uma disputa diplomática com a França a respeito de submarinos nucleares no mês passado, que ele se referiu como “muitos comentários nas últimas semanas sobre o estado das relações transatlânticas”, Sullivan disse que os EUA e a Europa estavam chegando à cúpula desta semana “alinhados e unidos nos principais elementos da agenda global”, citando cooperação na Covid-19, iniciativas climáticas, comércio e tecnologia.

    Segundo Sullivan, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, se reunirá com “parceiros-chave europeus” em ambas as cúpulas para “coordenar políticas para o Irã, cadeias de suprimentos, esforços de infraestrutura global e muito mais”.

    Biden usará ambas as cúpulas para promover suas prioridades. “Você verá em primeira mão, e ao vivo, do que se trata a política externa para a classe média”, disse ele, citando o imposto mínimo global, foco nas cadeias de suprimentos e preços de energia.

    (*Esse texto foi traduzido. Clique aqui para ler o original em inglês)