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    Em um mês de guerra, 220 brasileiros deixaram a Ucrânia

    Segundo o Palácio do Itamaraty, 12 de 24 brasileiros cadastrados na embaixada não querem deixar o país do Leste Europeu

    Os jogadores de futebol brasileiro Marlon Santos, do time ucraniano Shakhtar Donetsk e Bruno Ernandes, do Gornyak-Sport desembarcam no Aeroporto Internacional Tom Jobim/Galeão, no Rio de Janeiro, nesta terça-feira (1°)
    Os jogadores de futebol brasileiro Marlon Santos, do time ucraniano Shakhtar Donetsk e Bruno Ernandes, do Gornyak-Sport desembarcam no Aeroporto Internacional Tom Jobim/Galeão, no Rio de Janeiro, nesta terça-feira (1°) Tânia Rêgo/Agência Brasil

    Gustavo Uribeda CNN

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    Em um mês de guerra na Ucrânia, pelo menos 220 brasileiros conseguiram deixar o país do Leste Europeu e se deslocar a países fronteiriços, como Polônia e Romênia.

    O balanço é do Ministério de Relações Exteriores, feito a pedido da CNN Brasil. Ao todo, 48 brasileiros retornaram ao Brasil em aeronaves pagas pelo governo brasileiro.

    Segundo o governo federal, 24 brasileiros cadastrados pela embaixada brasileira na Ucrânia ainda permanecem na nação em guerra. A metade manifestou o desejo de permanecer no país europeu.

    O Palácio do Itamaraty informou ainda que o escritório consular do Brasil em Lviv, cidade na região oeste da Ucrânia, tem organizado comboios regulares com destino à capital para a retirada de brasileiros.

    Até o momento, seis famílias brasileiras conseguiram sair da Ucrânia com seus bebês recém-nascidos contando com apoio. E outras duas deverão fazê-lo até o fim do mês de março.

    O Itamaraty informou ainda que tem recomendado aos brasileiros remanescentes na Ucrânia contatarem o escritório de apoio em Lviv, tanto aqueles que queiram deixar o país como aqueles que desejam ficar, para serem registrados.

    “[O governo brasileiro] Também desaconselha enfaticamente deslocamentos de brasileiros à Ucrânia, enquanto não houver condições de segurança suficientes no país”, ressaltou.

    Nesta quarta-feira (23), a proposta de resolução da Rússia sobre o conflito da Ucrânia não foi aprovada pelo Conselho de Segurança da ONU. Apenas os embaixadores russo e chinês votaram a favor. Os outros membros se abstiveram, incluindo o Brasil.

    O texto elaborado falava sobre acesso à ajuda e proteção civil na Ucrânia, mas não mencionava o papel de Moscou na crise. Para que o texto passasse, nove membros precisavam apoiar a resolução.

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