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    EUA podem controlar Covid em 2022 se mais pessoas se vacinarem, diz Fauci

    Fauci, maior especialista em doenças infecciosas do país, disse que a aprovação da FDA para a vacina da Pfizer-BioNTech abre caminho para que mais pessoas sejam imunizadas

    Anthony Fauci fala durante audiência no Senado dos EUA
    Anthony Fauci fala durante audiência no Senado dos EUA Al Drago/Reuters

    Por Susan Heavey e Carl O'Donnell, da Reuters

    Por Susan Heavey e Carl O’Donnell

    WASHINGTON (Reuters) – Os Estados Unidos podem controlar a Covid-19 até o início do ano que vem se o ritmo das vacinações for acelerado, afirmou Anthony Fauci nesta terça-feira (24), um dia após a Pfizer obter aprovação completa da Agência de Alimentos e Medicamentos (FDA) do país, com mais aprovações chegando nas próximas semanas.

    Fauci, maior especialista em doenças infecciosas do país, disse que a aprovação da FDA para a vacina da Pfizer-BioNTech abre caminho para que mais pessoas sejam imunizadas, com a potencial aprovação da vacina da Moderna chegando nas próximas semanas, e o aval para crianças mais jovens nos próximos meses.

    “Eu gostaria de fazer um apelo às pessoas no país que não se vacinaram, para entenderem que temos a capacidade, entre nós mesmos, de essencialmente reduzir o tempo até o fim dessa pandemia”, disse Fauci, diretor do Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas, a jornalistas.

    “Eu acredito que há uma chance razoável” de que a Pfizer ou a Moderna consigam liberação da FDA para crianças com menos de 12 anos antes das festas de final de ano, afirmou Fauci ao canal NBC News.

    Autoridades norte-americanas durante o pronunciamento à imprensa também pediram que empresas e mais governos locais e estaduais exijam a vacinação em uma iniciativa para impulsionar a taxa de vacinação.

    “Agora é a hora” para os empregadores dos EUA começarem a exigir a vacinação, afirmou o coordenador da resposta à Covid da Casa Branca, Jeffrey Zients, repetindo uma declaração feita pelo presidente Joe Biden na segunda-feira.

    (Reportagem de Susan Heavey e Carl O’Donnell)