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    Gabinete de Netanyahu nega que Israel recusou todas as ofertas para estender trégua

    Ambos os lados trocam acusações sobre fim do acordo; governo israelense diz que Hamas violou pausa nos combates

    Benjamin Netanyahu visita militares israelenses na Faixa de Gaza
    Benjamin Netanyahu visita militares israelenses na Faixa de Gaza Reuters

    Kareem El DamanhouryRichard Allen Greeneda CNN

    O Hamas disse que Israel “recusou todas as ofertas” para prolongar a trégua, em comunicado divulgado nesta sexta-feira (1°). O gabinete do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu negou essa acusação e afirmou que é “propaganda”.

    “As negociações ocorreram durante toda a noite para estender a trégua, durante as quais o movimento [Hamas] se ofereceu para trocar prisioneiros e idosos, bem como para entregar os corpos dos mortos pelo bombardeio israelense”, destacou o comunicado do Hamas.

    O grupo armado também afirmou que se ofereceu para devolver os corpos de Shiri, Ariel e Kfir Bibas e libertar o pai deles, Yarden. Os quatro foram sequestrados em Nir Oz, um kibutz israelense que foi devastado no ataque de 7 de outubro.

    O Hamas pontuou no início desta semana que as crianças e a mãe foram mortos, mas não forneceu provas. As Forças de Defesa de Israel (FDI) disseram que estão investigando o caso.

    A declaração do Hamas acusou o governo israelense de recusar as ofertas, porque já teria sido tomada a decisão de retomar os combates.

    Quando solicitado para comentar as alegações do Hamas, o gabinete do primeiro-ministro israelense anunciou: “Israel não abordará relatórios baseados em propaganda vindos do Hamas”.

    “Sabemos por que o Hamas violou a pausa acordada. O Gabinete de Guerra de Netanyahu definiu as duas missões. Destruir o Hamas e trazer todos os reféns de volta para casa, e continuaremos até completarmos a nossa missão”, comentou.

    Os militares israelenses informaram em um comunicado anterior na manhã desta sexta-feira que haviam retomado as operações contra o Hamas depois que o grupo violou os termos do acordo existente e disparou contra Israel.