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    Grupo faz queixa contra Universidade de Columbia por prisão de manifestantes

    Estudantes e professores protestam contra a guerra em Gaza e pedem por cessar-fogo no conflito

    Protesto pró-Palestina na Universidade de Columbia, nos EUA
    Protesto pró-Palestina na Universidade de Columbia, nos EUA 25/04/2024REUTERS/Caitlin Ochs

    Reuters

    Um grupo pró-Palestina protocolou uma queixa de violação dos direitos civis contra a Universidade de Columbia, após a prisão em massa, na semana passada, de manifestantes contrários à guerra e depois de a instituição ter chamado a polícia para desmontar acampamentos ligados aos protestos, disse a entidade nesta quinta-feira.

    A Palestine Legal, organização que procura proteger o direito, nos Estados Unidos, de defender a causa palestina, pediu que o Departamento de Educação abra uma investigação contra as ações da universidade, que segundo o grupo foram discriminatórias contra aqueles que apoiam os palestinos.

    A universidade não estava imediatamente disponível para comentar.

    Na semana passada, a instituição tentou desmontar as manifestações no campus usando a força. A presidente da univesidade, Minouche Shafik, chegou a tomar a incomum medida de pedir a entrada da polícia no local, causando a ira de muitos grupos de defesa dos direitos humanos, de estudantes e do corpo docente.

    Mais de cem pessoas foram presas, em incidente que lembrou os protestos no local contra a Guerra do Vietnã, há 50 anos.

    Desde então, as manifestações se espalharam para outros campi dos EUA, com centenas de prisões realizadas na semana passada.

    (Reportagem de Kanishka Singh em Washington)