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    Kiev deve ser cercada nos próximos dias, estimam oficiais dos Estados Unidos

    Forças russas já dispararam cerca de 380 mísseis contra alvos ucranianos, diz autoridade da Defesa dos Estados Unidos

    Forças de segurança ucranianas nas ruas aumentam as medidas em meio a ataques russos em Kiev, Ucrânia, em 28 de fevereiro de 2022.
    Forças de segurança ucranianas nas ruas aumentam as medidas em meio a ataques russos em Kiev, Ucrânia, em 28 de fevereiro de 2022. Anadolu Agency via Getty Images

    Reuters

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    Os Estados Unidos estimam que as forças russas devem tentar cercar Kiev, na Ucrânia, nos próximos dias. De acordo com uma autoridade da Defesa norte-americana, a ofensiva pode se tornar mais agressiva por uma frustração com o lento avanço sobre a capital ucraniana. Acompanhe a cobertura especial na CNN.

    Sirenes de ataque aéreo soaram nas ruas praticamente vazias de Kiev nesta segunda-feira (28), alertando sobre outro possível ataque com mísseis da Rússia. A cidade se prepara para batalhas piores à medida que as forças russas se aproximam.

    “Estimamos que eles queiram continuar avançando e tentar cercar a cidade nos próximos dias”, disse a autoridade, acrescentando que as tropas russas estavam a cerca de 25 quilômetros do centro de Kiev.

    Autoridades dos Estados Unidos dizem acreditar que a forte resistência ucraniana retardou o progresso das tropas russas. Além disso, falhas de planejamento deixaram algumas unidades russas sem combustível ou outros suprimentos.

    “Uma das coisas que pode resultar é uma reavaliação de suas táticas e o potencial de serem mais agressivos e abertos, tanto no tamanho quanto na escala de seu ataque a Kiev”, disse o oficial a repórteres.

    A autoridade, que falou sob condição de anonimato e não forneceu evidências, disse que os Estados Unidos ainda não viram isso acontecer, mas estão preocupados com a situação.

    As forças russas, agora no quinto dia de uma invasão do país vizinho, dispararam cerca de 380 mísseis contra alvos ucranianos, disse o oficial, e o presidente Vladimir Putin comprometeu quase 75% de seu poder de combate pré-estabelecido na Ucrânia.

    Reportagem de Phil Stewart e Idrees Ali; Edição de Howard Goller

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