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    Líderes do G7 se comprometem a combater trabalho forçado e destacam região chinesa de Xinjiang

    China nega abusos na região, que é grande produtora de algodão

    Líderes dos países do G7 e de nações convidadas posam para foto em frente ao castelo de Schloss Elmau, na Alemanha
    Líderes dos países do G7 e de nações convidadas posam para foto em frente ao castelo de Schloss Elmau, na Alemanha 27/06/2022 REUTERS/Jonathan Ernst

    Andrea Shalalda Reuters

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    Os líderes do G7 – grupo das sete principais democracias industriais – concordaram em trabalhar para remover todo o trabalho forçado, incluindo o suposto trabalho forçado patrocinado pelo estado na região chinesa de Xinjiang, das cadeias de suprimentos globais, disse a Casa Branca em comunicado nesta terça-feira (28).

    Em um boletim informativo divulgado no último dia da cúpula na Alemanha, a Casa Branca disse que os líderes também estão pedindo a todos os países, incluindo a China, que contribuam construtivamente para melhorar as estruturas multilaterais de reestruturação da dívida.

     

    Os governos ocidentais acusam a China de aprisionar os países de renda média em dívidas com seus programas de desenvolvimento.

    A China nega abusos na região de Xinjiang, grande produtora de algodão que também fornece grande parte dos materiais mundiais para painéis solares.

    (Publicado por Lucas Schroeder) 

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