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    Mísseis dos Houthis atingem navio de carga e ferem gravemente marinheiro

    Tripulante foi resgatado por aeronave de navio de guerra dos EUA

    Os combatentes Houthis do Iêmen carregam suas armas em veículos enquanto participam de uma manifestação e desfile armado contra os ataques aéreos dos Estados Unidos e Reino Unido e em solidariedade ao povo da Faixa de Gaza
    Os combatentes Houthis do Iêmen carregam suas armas em veículos enquanto participam de uma manifestação e desfile armado contra os ataques aéreos dos Estados Unidos e Reino Unido e em solidariedade ao povo da Faixa de Gaza Mohammed Hamoud/Getty Images

    Natasha Bertrandda CNN

    Os Houthis lançaram dois mísseis de cruzeiro antinavio no Golfo de Áden nesta quinta-feira (13) e atingiram um navio de carga, ferindo gravemente um marinheiro a bordo, de acordo com o Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM).

    O tripulante ferido foi levado por uma aeronave de um navio de guerra dos EUA próximo.

    O M/V Verbena, um navio de carga, é um graneleiro de bandeira palauana, de propriedade ucraniana e operado pela Polônia, de acordo com a declaração do CENTCOM, e relatou danos e incêndios a bordo que a tripulação continua lutando para apagar.

    Os Houthis lançaram dezenas de mísseis e drones contra navios no Mar Vermelho e no Golfo de Aden desde outubro, incluindo um ataque em março que matou três membros da tripulação do M/V True Confidence, um graneleiro de bandeira de Barbados e de propriedade da Libéria.

    Os EUA e o Reino Unido realizaram vários ataques contra os Houthis no Iêmen, incluindo um na semana passada, para tentar atingir seus suprimentos de armas.

    Ainda assim, os Houthis não mostraram sinais de que vão interromper sua ofensiva, que eles dizem ser em solidariedade aos palestinos mortos na Faixa de Gaza em meio à guerra entre Israel e Hamas.

    “Os Houthis alegam estar agindo em nome dos palestinos em Gaza e, ainda assim, estão mirando e ameaçando as vidas de cidadãos de países terceiros que não têm nada a ver com o conflito em Gaza”, pontuou o CENTCOM.