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    Na COP26, Merkel defende melhor precificação para emissões de dióxido de carbono

    Esta é a última participação da chanceler alemã na COP; Angela Merkel também pediu aos líderes mundiais que sejam mais ambiciosos

    Chanceler alemã, Angela Merkel
    Chanceler alemã, Angela Merkel Foto: Reuters

    Stephanie Halaszda CNN

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    Em seu último discurso na COP como chanceler, a alemã Angela Merkel disse que as ações de governos por si só não serão suficientes na luta contra as mudanças climáticas. Ela defendeu melhores preços para as emissões de dióxido de carbono.

    Merkel discursou nesta segunda-feira (1º) na abertura da COP26, a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas. Antes dela, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou que a conferência deve ser o início de um década de ambição.

    “O que precisamos é de uma transformação abrangente na forma como vivemos, trabalhamos e fazemos negócios. E é por isso que quero fazer um apelo claro aqui para o preço das emissões de carbono. Das emissões de CO2″. disse Merkel.

    “Com essa precificação, que já temos na União Europeia, que está sendo introduzida na China e que precisa ser desenvolvida com muitas outras [nações] ao redor do mundo, podemos promover nossa indústria, nossa economia, encontrar os melhores e mais eficientes caminhos para chegar à neutralidade climática”, disse Merkel.

    Segundo a chanceler, a partir dessa definição será possível organizar uma sociedade livre destas emissões de gases.

    “Trata-se de mudar nossa economia, trabalhar, e isso é uma transformação abrangente, e então saberemos a melhor forma de organizar a mobilidade livre de CO2, a indústria livre de CO2 e os processos livres de CO2 em nossa vida”, acrescentou ela.

    Merkel também pediu aos líderes que sejam mais ambiciosos durante as negociações em andamento na COP26.

    “Na década de ação, na década em que vivemos agora, para sermos mais ambiciosos nacionalmente, mas para encontrarmos instrumentos globais que não só usem dinheiro de impostos, mas também sejam economicamente razoáveis, e para mim isso acontece por meio da precificação do CO2”.

    O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, abriu o dia de discursos hoje. Ele comparou a crise climática a uma “bomba relógio” que precisa ser desarmada e cobrou ações concretas dos líderes mundiais.

    (Este texto é uma tradução. Para ler o original, em inglês, clique aqui)

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