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    Palestinos devem entregar bala que matou jornalista aos EUA, diz autoridade

    Shireen Abu Akleh morreu durante uma operação israelense na Cisjordânia em maio

    Retrato da jornalista palestina Shireen Abu Akleh, morta durante operação israelense em Jenin, é exposto na sede da Al Jazeera, em Doha
    Retrato da jornalista palestina Shireen Abu Akleh, morta durante operação israelense em Jenin, é exposto na sede da Al Jazeera, em Doha 11/05/2022 REUTERS/Imad Creidi

    Maayan Lubellda Reuters

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    A Autoridade Palestina entregará a bala que matou o jornalista palestino-americano Shireen Abu Akleh durante uma operação israelense na Cisjordânia ocupada no mês passado para as autoridades dos EUA, disse uma autoridade palestina neste sábado (2).

    “Concordamos em transferir a bala para os americanos para exame”, disse Akram al-Khatib, procurador-geral da Autoridade Palestina, à Reuters sem fornecer mais detalhes.

    Relembre o caso

    A jornalista Shireen Abu Akleh, da Al Jazeera, morreu no dia 11 de maio deste ano após ser baleada em confronto na Cisjordânia.

    Segundo outros jornalistas da Al Jazeera, Shireen foi atingida na cabeça por forças de Israel, que atacavam Jenin, a terceira maior cidade da Cisjordânia. A repórter foi levada ao hospital em condição crítica e não sobreviveu aos ferimentos.

    “Shireen Abu Akleh estava cobrindo os eventos em Jenin, especificamente uma invasão de Israel na cidade, no norte da Cisjordânia, quando foi atingida por uma bala na cabeça”, disse o jornalista da Al Jazeera Nida Ibrahim. “Como podem imaginar, esse é um choque para os jornalistas que trabalhavam com ela”.

    Emocionado, Ibrahim disse que Shireen era uma “jornalista muito respeitada”, que trabalhava no jornal desde a Segunda Intifada palestina, em 2000.

    Um outro jornalista, Ali Samoudi, que trabalha para o jornal palestino Quds, também foi baleado, mas encontra-se em condição estável, informou o Ministério de Saúde da Palestina.

    O chefe do escritório da Al Jazeera em Ramallah, Walid al-Omary, afirmou na época que não houve disparos por palestinos.

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