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    Ucrânia acusa Rússia de matar dois prisioneiros de guerra

    Kiev diz ter documentado quase 130 mil crimes de guerra cometidos por Moscou; Rússia nega as acusações

    Militar na usina nuclear de Zaporizhzhia
    Militar na usina nuclear de Zaporizhzhia Alexander Ermochenko/Reuters (04.ago.22)

    Yuliia Dysada Reuters

    O principal procurador da Ucrânia acusou nesta quarta-feira (10) as forças russas de matar dois militares ucranianos que foram capturados em junho na região parcialmente ocupada pela Rússia do sudeste de Zaporizhzhia.

    A Rússia negou repetidamente que as suas forças tenham cometido crimes de guerra durante a invasão em grande escala da Ucrânia.

    Kiev diz ter documentado quase 130 mil crimes de guerra cometidos por Moscou.

    O principal promotor da Ucrânia, Andriy Kostin, disse que um vídeo postado nas redes sociais mostrava dois soldados russos ordenando a dois militares ucranianos desarmados que entrassem em uma trincheira e se ajoelhassem antes de atirar neles.

    Não houve comentários imediatos da Rússia.

    A Reuters não conseguiu verificar de forma independente o vídeo que circulou nas redes sociais. A filmagem estava granulada.

    “As imagens mostram claramente que os defensores ucranianos se renderam e não representavam nenhuma ameaça. No entanto, os ocupantes executaram cinicamente estas pessoas desarmadas”, disse Kostin no X.

    Kostin acrescentou que uma investigação estabeleceu que as mortes ocorreram em junho.