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    Vaticano quer bispos “mais receptivos” à comunidade LGBTQ+

    Documento também pede mais poder de decisão às mulheres na igreja e permissão para que homens casados tornem-se padres em áreas remotas

    Papa Francisco em fala a embaixadores recém-credenciados junto à Santa Sé no Vaticano
    Papa Francisco em fala a embaixadores recém-credenciados junto à Santa Sé no Vaticano 23/05/2019Vatican Media via REUTERS

    Philip Pullellada Reuters

    em Cidade do Vaticano

    Bispos católicos romanos devem discutir como a Igreja pode ser mais receptiva à comunidade LGBTQ+ e divorciados, segundo um documento do Vaticano divulgado na terça-feira (20).

    Eles também devem refletir sobre como dar mais poder de decisão às mulheres e permitir que elas sejam ordenadas diaconisas, diz o documento.

    Com 50 páginas para um sínodo global de bispos, o documento também propõe discussões sobre permitir que homens casados tornem-se padres em áreas remotas — possibilidade que o papa Francisco suspendeu após discussões em uma reunião similar em 2019.

    O documento até parece sugerir que a Igreja deveria ser mais compreensiva com pessoas em relações poligâmicas.

    O sínodo está em preparação há dois anos, durante os quais católicos ao redor do mundo foram questionados sobre suas visões para a Igreja. A primeira sessão será realizada no próximo mês de outubro, e a segunda, em outubro de 2024.

    Após o sínodo, o papa escreve o que é chamado de Exortação Apostólica, um documento oficial apresentando suas visões em que eventuais recomendações devem ser acatadas. Isso deve ocorrer alguns meses após a segunda sessão.