Enem: como será o exame em meio a um dos piores momentos da pandemia

Da CNN, em São Paulo
15 de janeiro de 2021 às 05:30 | Atualizado 15 de janeiro de 2021 às 07:25

Desde sua reformulação, em 2004, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) se tornou uma das principais portas de acesso ao ensino superior no país. O problema é que, nesta edição, nem ele passou imune aos efeitos da pandemia. Depois de um ano letivo praticamente perdido e em meio a alta de casos da Covid-19 em todo o país, o Ministério da Educação cravou que os 5,6 milhões de inscritos farão mesmo a prova neste domingo (17). Alguns estados mergulhados no colapso, como o Amazonas, obtiveram na Justiça a autorização para não aplicar as provas, mas não sabem sequer se seus estudantes poderão refazê-la em outro momento. 

Neste episódio do E Tem Mais, Evandro Cini fala sobre o Enem mais atípico em vinte e dois anos de história do exame. O MEC deveria, afinal, ter cancelado as provas? Quais consequências assistiremos em algumas semanas? O Enem 2020 será menos democrático do que foi em anos anteriores? Para responder a essas perguntas, participam Claudia Costin, diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais da FGV, e Beatriz Klimeck, antropóloga e mestra em Saúde Coletiva pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

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