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    Ibama monitora risco de queimadas após alerta de onda de calor no Brasil

    Há preocupação especial com a baixa umidade nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste; este é o período de seca na região do Pantanal, onde há maior incidência de queimadas

    Imagens de drone mostram fumaça de incêndios florestais sobre Manaus (AM) nesta quarta-feira (20)
    Imagens de drone mostram fumaça de incêndios florestais sobre Manaus (AM) nesta quarta-feira (20) Emerson Cardoso/Vision Fly Drones

    da CNN

    Brasília

    O Ministério do Meio Ambiente tem monitorado o aumento do risco de queimadas florestais diante da onda de calor que chega ao Brasil nesta semana.

    À CNN, a ministra Marina Silva afirmou que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) está em alerta. A estrutura é responsável pelo Prevfogo, o programa federal de prevenção de incêndios.

    A grande preocupação são as condições climáticas nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, por conta da baixa umidade do ar. Este é o período de seca na região do Pantanal, onde há maior incidência de queimadas.

    Em 2023, o Ibama reforçou o total de brigadistas que fazem parte do programa. Ao todo, o Prevfogo conta com 2.101 brigadistas. O número é 17,5% maior do que em 2022.

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) tem emitido avisos meteorológicos de perigo por conta da onda de calor desde segunda-feira (18).

    Segundo previsão do Inmet, os termômetros devem se aproximar dos 40ºC. Em algumas regiões, é possível que a temperatura chegue até os 45ºC.

    O alerta vermelho, de grande perigo, já foi iniciado para áreas dos estados do Mato Grosso, Pará, Tocantins, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul.

    Nesses lugares, a temperatura pode ficar 5ºC acima da média por um período superior a 5 dias.

    Veja também: Onda de calor atinge todo o país e pode chegar a 45°C