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    Polícia desmantela quadrilha especializada em fraudes de suplementos alimentares em SP

    Grupo comprava produtos com datas de validade próximas ao vencimento e remarcava embalagens para comercialização

    Polícia apreende produtos com datas de vencimento adulteradas
    Polícia apreende produtos com datas de vencimento adulteradas Divulgação

    Da CNN

    São Paulo

    Cinco pessoas de uma quadrilha especializada no comércio irregular de suplementos alimentares foram presas pela polícia civil no último dia 20 de maio. A investigação conduzida pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) revelou o esquema que consistia na venda dos produtos com data de validade vencida ou próximos ao vencimento.

    De acordo com a polícia civil, os suspeitos ligados a pelo menos duas empresas que atuavam no mercado clandestino, compravam os lotes de suplementos que estavam próximos à data de validade, junto a grandes fabricantes. Em uma segunda etapa, as embalagens passavam por um processo de remarcação e tinham as datas de vencimento adulteradas pelos funcionários das empresas.

    Durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão, foram recolhidos diversos produtos com a data de validade expirada ou prestes a vencer. Os policiais encontraram equipamentos utilizados para remarcar as embalagens e instrumentos para a adulteração.

    A operação foi realizada por policiais da 3ª Delegacia DIG (Investigações sobre Fraudes Financeiras e Econômicas) e mirou endereços nos bairros do Mandaqui, de Lauzane Paulista, e Vilas Isolina Mazzei e Cruz das Almas, todas na Zona Norte, no Tatuapé e São Mateus, na Zona Leste, em Picanço, em Guarulhos, na Grande São Paulo.

    De acordo com a polícia, as apurações tiveram como objetivo constatar crimes de falsidade ideológica e outros, praticados pelos representantes das empresas. Essa foi a segunda fase de uma investigação anterior que havia realizado a apreensão de equipamentos eletrônicos, onde apareceram indícios do funcionamento de uma associação criminosa voltada à prática de crimes contra a saúde pública.

    Os cinco presos respondem por falsificação de produto alimentício e associação criminosa.