Presidente Bolsonaro declara luto oficial após morte de Olavo de Carvalho

Segundo texto, luto terá duração de um dia; filósofo de 74 anos morreu nos Estados Unidos e era aliado do governo federal

Olavo de Carvalho morreu na noite de segunda-feira (24)
Olavo de Carvalho morreu na noite de segunda-feira (24) Reprodução/Instagram

João Pedro Malardo CNN Brasil Business

em São Paulo

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O presidente Jair Bolsonaro decretou nesta terça-feira (25) luto oficial de um dia devido à morte do filósofo e escritor Olavo de Carvalho, que morreu na noite de segunda-feira (24), aos 74 anos, nos Estados Unidos.

A determinação foi publicada em uma edição extra do Diário Oficial da União (DOU). “É declarado luto oficial em todo o país, por um dia, contado da data de publicação deste decreto, em sinal de pesar pelo falecimento do professor Olavo Luiz Pimentel de Carvalho”, diz o texto.

Mais cedo, o presidente se manifestou nas redes sociais sobre a morte de Carvalho, considerado um aliado do governo federal. “Nos deixa hoje um dos maiores pensadores da história do nosso país, o Filósofo e Professor Olavo Luiz Pimentel de Carvalho”, afirmou.

“Olavo foi um gigante na luta pela liberdade e um farol para milhões de brasileiros. Seu exemplo e seus ensinamentos nos marcarão para sempre”, disse Bolsonaro em uma publicação.

A informação sobre a morte foi compartilhada pela família do escritor nas redes sociais. A causa da morte não foi divulgada, e Olavo deixa a esposa, Roxane, oito filhos e 18 netos.

“Com grande pesar, a família do professor Olavo de Carvalho comunica a notícia de sua morte na noite de 24 de janeiro, na região de Richmond, na Virgínia, onde se encontrava hospitalizado”, diz a nota.

Olavo Luiz Pimentel de Carvalho nasceu em 1947, em Campinas, no interior de São Paulo. Como escritor, publicou mais de 30 obras, entre livros e ensaios, e é considerado um dos grandes expoentes do conservadorismo no Brasil.

Ele foi apontado como grande influenciador do atual presidente Jair Bolsonaro (PL) durante sua campanha eleitoral em 2018.

Com informações de Henrique Andrade, da CNN

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