SP: o que muda com a flexibilização de algumas medidas restritivas contra Covid

Capital paulista divulgou decreto que libera ocupação máxima e acaba com restrição de horário no comércio

Pessoas com máscaras faciais caminham em rua de comércio popular em São Paulo durante pandemia de Covid-19
Pessoas com máscaras faciais caminham em rua de comércio popular em São Paulo durante pandemia de Covid-19 Reprodução

Anna Gabriela Costada CNN

em São Paulo

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A cidade de São Paulo implementou algumas mudanças em relação às medidas restritivas adotadas contra a propagação da Covid-19, conforme decreto do prefeito Ricardo Nunes (MDB) publicado nesta quinta-feira (28). Apesar do relaxamento de determinadas medidas, a cidade mantém a obrigatoriedade de máscaras e a exigência do comprovante de vacina para eventos.

As novas medidas já estão valendo desde a publicação do decreto. Segundo a decisão publicada no “Diário Oficial” do município, foram revogadas as restrições para ocupação, horário de funcionamento e o distanciamento mínimo entre pessoas para todos os estabelecimentos públicos e privados na cidade.

O que muda na prática?

A partir de agora, bares, restaurantes, cinemas e salões de festas, por exemplo, podem voltar a operar com ocupação máxima. Além disso, não há mais restrição de horário de funcionamento destes estabelecimentos. A operação de atendimento ao público pode ser feita como era antes do início da pandemia.

O distanciamento mínimo entre as pessoas, nestes estabelecimentos, também deixa de ser obrigatório a partir da divulgação do decreto da prefeitura de São Paulo.

No entanto, ainda continuam em vigor a obrigatoriedade de utilização de máscaras e a apresentação do passaporte da vacina, comprovando a imunização contra o coronavírus, em eventos com público superior a 500 pessoas.

Vacinação estimula a flexibilização

De acordo com a prefeitura, a diminuição das restrições para funcionamento de estabelecimentos públicos e privados se dá devido ao aumento do número de pessoas vacinadas contra a Covid-19, que gerou a queda consistente dos números de casos, internações e óbitos pela doença na cidade.

“Nós ainda tínhamos vários decretos para a restrição de atividades, por isso trabalhamos com as nossas equipes para poder chegar a esse documento, que deixa claro que não existe mais nenhuma restrição, mas enfatiza que ouso da máscara continua sendo obrigatório, assim como a apresentação do Passaporte da Vacina”, afirmou o prefeito Ricardo Nunes.

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