Greve da CPTM: rodízio municipal segue suspenso em SP

Suspensão é válida para o período das 7h às 10h e das 17h às 20h; medida se aplica para carros com finais de placas 5 e 6

Helena Barra, da CNN Brasil*, em São Paulo
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A Prefeitura de São Paulo informou que o Rodízio Municipal de Veículos segue suspenso para automóveis nesta quarta-feira (5), em razão da continuidade da greve dos trabalhadores da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos).

De acordo com a Prefeitura, a suspensão é válida para o período das 7h às 10h e das 17h às 20h. A medida se aplica para carros com finais de placas 5 e 6.

Demais restrições existentes na cidade serão mantidas ao longo da quarta-feira. Confira abaixo:

  • Rodízio de veículos pesados (caminhões);
  • Zona de Máxima Restrição à Circulação de Caminhões (ZMRC);
  • Zona de Máxima Restrição aos Fretados (ZMRF).

Já em relação ao transporte público municipal, não serão liberadas as faixas exclusivas de ônibus.

Ainda segundo a Prefeitura, consultas e exames dos pacientes afetados pela greve da CPTM serão reagendados. As unidades de saúde entrarão em contato diretamente com os usuários, não sendo necessária a presença nas unidades para esse fim.

Greve na CPTM

O Sindicato dos Ferroviários, que representa os trabalhadores da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), anunciou, nesta terça-feira (4), que a greve continua após a nova assembleia geral. A greve começou à meia-noite desta terça-feira.

Durante a tarde desta terça, a CPTM iniciou a operação parcial da Linha 13-Jade entre as estações Aeroporto-Guarulhos e Engenheiro Goulart, enquanto a circulação nas Linhas 11-Coral e 12-Safira, permaneceu parcial desde o início do dia.

Segundo a CPTM, no horário de pico da manhã, apenas 67% do efetivo operacional previsto estava em atividade, índice inferior ao mínimo determinado pelo TRT (Tribunal Regional do Trabalho), que estabeleceu a circulação de 80% da operação nos horários de maior movimento e de 60% nos demais períodos. Em caso de descumprimento, o sindicato da categoria poderá ser multado em R$ 400 mil por dia.

Ainda em nota, os ferroviários afirmaram que a greve poderá ser encerrada assim que o governo formalizar o compromisso de preservar os empregos de todos os trabalhadores.

 

*Sob supervisão de Thiago Félix