Suspeito de participar do ataque a transportadora de valores no Paraná é preso em SP

Anderson Parra Pereira, de 39 anos, era procurado por roubo; prisão aconteceu neste domingo (8) na cidade de Hortolândia, na região de Campinas

Criminosos atacaram transportadora de valores em Guarapuava, no interior do Paraná
Criminosos atacaram transportadora de valores em Guarapuava, no interior do Paraná Reprodução

Carolina FigueiredoRafaela Larada CNN

em São Paulo

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Policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) prenderam neste domingo (8) um dos suspeitos de participar do ataque a uma base de uma transportadora de valores na cidade de Guarapuava, no Paraná, no dia 17 de abril.

A prisão foi realizada por policiais da 5ª delegacia Patrimônio, responsável por investigações sobre roubo a bancos. A equipe apurava as atividades do procurado que, segundo os policiais, é especializado em roubos a bancos e empresas de transporte de valores, e passou a fazer diligências nos locais que o suspeito frequentaria.

Anderson Parra Pereira, de 39 anos, foi localizado na rua Padre Manoel Bernardes, no Jardim Amanda, na cidade de Hortolândia, na região de Campinas, no interior de São Paulo. De acordo com as autoridades, não houve reação durante a abordagem.

Segundo os policiais, Pereira apresentava sinais recentes de implantes de pinos no rosto, braço imobilizado e escoriações pelo corpo. Informalmente, ele admitiu ter se ferido devido ao capotamento do veículo onde estava – o acidente aconteceu durante fuga após o ataque em Guarapuava.

No momento da prisão, o suspeito estava com lesões em cicatrização. Ele afirmou aos oficiais ter passado por cirurgia recente na face. O procedimento fixou quatro placas e vários pinos na região do queixo e dos olhos. Também apresenta braço em tipoia, em virtude de fratura na clavícula esquerda e escápula direita. Além de paralisia na face, do lado esquerdo, dentre outros vários ferimentos.

Ataque em Guarapuava e primeiro suspeito preso

No dia seguinte ao ataque a transportadora de valores, o primeiro suspeito de participação foi preso pelas forças de segurança do Paraná. O homem era morador da própria cidade de Guarapuava. Segundo as investigações, ele está ligado à parte logística de fornecimento de armas para a quadrilha, que era formada por cerca de 30 pessoas.

À época, a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) confirmou que os doze veículos usados na ação já foram localizados. Quatro deles foram queimados e usados como barreiras.

Na data do ataque, o prefeito da cidade, Celso Fernando Góes, afirmou que a quadrilha não teve tempo de chegar ao cofre principal da empresa.

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