Prime Time

seg - sex

Apresentação

Ao vivo

A seguir

    ‘A verdade prevalecerá’, diz Flávio Bolsonaro sobre prisão de Queiroz

    Ex-assessor Fabrício Queiroz foi preso na manhã desta quinta-feira (18), no interior de São Paulo.

    Anna Gabriela Costa, da CNN em São Paulo

    Senador Flávio Bolsonaro e seu ex-assessor Fabrício Queiroz
    Foto: Reprodução/Facebook

    O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) se manifestou sobre a prisão do ex-policial e ex-assessor Fabrício Queiroz, realizada no início da manhã desta quinta-feira (18), em Atibaia, no interior de São Paulo. O senador usou o perfil que mantém no Twitter, para declarar que “a verdade prevalecerá”.

    “Encaro com tranquilidade os acontecimentos de hoje. A verdade prevalecerá! Mais uma peça foi movimentada no tabuleiro para atacar Bolsonaro. Em 16 anos como deputado no Rio nunca houve uma vírgula contra mim. Bastou o Presidente Bolsonaro se eleger para mudar tudo! O jogo é bruto!

    Leia mais:

    Vídeo: imagens mostram operação que prendeu Fabrício Queiroz em Atibaia

    Operação para prender Queiroz teve precaução extra para evitar vazamentos

    Caseiro afirma que Queiroz estava há poucos dias em escritório de Wassef

    Márcia Oliveira, esposa de Fabrício Queiroz, é considerada foragida

    Fabrício Queiroz foi preso em um imóvel que pertence a um dos advogados de Flávio Bolsonaro, Frederick Wassef. Ele foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) na capital paulista para fazer exames, antes de se dirigir à sede da Polícia Civil em São Paulo, de onde foi encaminhado para o Rio de Janeiro.

    A prisão faz parte de uma ação conjunta entre o Ministério Público do Rio de Janeiro e o Ministério Público de São Paulo, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) dos dois estados.

    Fabrício Queiroz foi assessor e motorista de Flávio Bolsonaro até outubro de 2018, um mês antes do início da operação que apura esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e loteamento de cargos públicos na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), na qual é investigado. 

    A mulher dele, Márcia Oliveira de Aguiar, é considerada foragida.