Com Queiroga nos EUA, CPI volta a considerar depoimento de Braga Netto

Convocação do ministro da Defesa ainda não tem consenso no campo majoritário, mas deve ser discutida nesta semana

Gustavo Uribe

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Com a quarentena do ministro Marcelo Queiroga nos Estados Unidos, a CPI da Pandemia voltou a considerar a possibilidade de marcar o depoimento do ministro da Defesa, Walter Braga Netto, na fase final da comissão de inquérito.

O campo majoritário cogitou, antes do recesso parlamentar, convocar o ministro, que estava à frente da Casa Civil no período de maior agravamento da pandemia do coronavírus no país. Na época. porém, não houve consenso na cúpula da comissão de inquérito.

Com o risco de o ministro da Saúde só retornar ao Brasil na segunda semana de outubro, já que ele cumpre quarentena em Nova York desde que foi infectado pelo coronavírus, um depoimento do general da reserva voltou a ser avaliado. O tema deve ser discutido nesta semana pelo chamado G7, grupo de senadores independentes e de oposição.

Nesta segunda-feira (27), o campo majoritário se reunirá para definir o depoimento da próxima quinta-feira (30). Uma convocação do secretário da Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, não é consenso. A avaliação é de que, nesta fase final, o médico infectologista teria pouco a contribuir com a comissão de inquérito.

Para a quinta-feira (30), dois nomes são cotados: o de Gustavo Trento, da Precisa Medicamentos, e de Márcio Nunes, ex-servidor da Fundação Evandro Chagas, ligada ao Ministério da Saúde.

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