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    Em discurso, Fux pretende defender prudência e tolerância em ano eleitoral

    Presidente do Supremo Tribunal Federal deve ressaltar independência da Justiça Eleitoral em abertura do ano judiciário

    Presidente do STF, ministro Luiz Fux
    Presidente do STF, ministro Luiz Fux Fellipe Sampaio /SCO/STF

    Gustavo UribeBasília Rodriguesda CNN

    Brasília

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    Em discurso na abertura do ano judiciário, o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Luiz Fux, pretende mandar recados aos postulantes ao Palácio do Planalto na disputa eleitoral deste ano.

    Segundo integrantes da Suprema Corte, o ministro deve pregar prudência e tolerância nas eleições presidenciais e defender a independência e segurança do atual sistema eleitoral.

    O discurso está programado para a manhã desta terça-feira (1º), na retomada dos trabalhos após o recesso do Judiciário. Apesar de ter sido convidado, o presidente Jair Bolsonaro informou que não participará da solenidade.

    Em mensagem, enviada à Suprema Corte, o presidente agradeceu a gentileza pelo convite, mas informou que não acompanhará a cerimônia porque estará em São Paulo, sobrevoando as regiões afetadas pelas chuvas.

    Segundo relatos feitos à CNN, ainda em seu discurso, Fux deve evitar abordar o descumprimento de decisões judiciais. Na semana passada, Bolsonaro não compareceu a depoimento à Polícia Federal determinado pelo ministro Alexandre de Moraes.

    Para evitar uma nova crise institucional, tanto Bolsonaro como Moraes foram recomendados por integrantes do Executivo e do Judiciário a evitarem o assunto e a tratarem o tema como um episódio superado. Nem por isso, vislumbra-se uma trégua. Moraes ainda decidirá sobre inquéritos em que Bolsonaro é investigado.

    Em 2019 e 2020, nos dois primeiros anos de seu mandato, Bolsonaro também não compareceu à solenidade. Neste ano, por causa do avanço da variante Ômicron, a cerimônia será por videoconferência.

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