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    Greve em SP: Câmara da capital suspende expediente de terça-feira (28)

    Servidores terão que compensar as horas não trabalhadas a partir do próximo dia útil

    Douglas Portoda CNN

    São Paulo

    A Câmara Municipal de São Paulo suspendeu o expediente presencial na terça-feira (28) devido à greve do funcionalismo do estado de São Paulo.

    Os servidores terão que compensar as horas não trabalhadas a partir do próximo dia útil.

    Não serão contemplados na suspensão os serviços que não podem ser interrompidos, conforme critério da direção da Câmara.

    Transporte paralisado

    Entre os principais serviços que deverão ser afetados estão a Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô-SP) e a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

    O governo informou que uma liminar do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2) determinou que o Metrô deverá operar nos horários de pico com pelo menos 80% de seu contingente de trabalhadores e a CPTM com 85%.

    A determinação vale para os períodos das 4h às 10h e 16h às 21h nos três e 6h às 9h e das 16h às 18h no metrô.

    Além dos transportes, a expectativa é de que também haja paralisações em escolas da rede estadual de ensino e no atendimento da Sabesp.

    Nota conjunta assinada pelas entidades organizadoras informa que o movimento é contra a privatização de empresas públicas como Sabesp, CPTM e Metrô. Os manifestantes também pedem a “reestatização dos serviços públicos privatizados” e o fim das terceirizações.

    Os organizadores cobram também a reintegração dos metroviários que foram demitidos após a greve da categoria em outubro.

    Os sindicatos e movimentos sociais participantes ainda reivindicam uma “educação pública gratuita, inclusiva e de qualidade para os filhos e filhos da classe trabalhadora”, além de protestar contra “corte de verbas na educação”.

    As entidades que participam do movimento estão organizando um protesto para as 15h desta terça em frente à Assembleia Legislativa de São Paulo.

    Veja algumas das entidades que apoiam a paralisação:

    • Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo)
    • CPP (Centro do Professorado Paulista)
    • CSP Conlutas
    • CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)
    • CUT (Central Única dos Trabalhadores)
    • Força Sindical
    • Intersindical
    • Sindicato dos Metroviários de São Paulo
    • Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias de São Paulo
    • Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil
    • Sintaema (Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente do Estado de São Paulo)
    • UNE (União Nacional dos Estudantes)