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    Saiba quem são os personagens da crise em Brasília

    Governador do DF foi afastado do cargo; Secretário de Segurança, exonerado

    Reprodução/CNN

    Isabela Filardida CNN

    No último domingo (8), criminosos radicais apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes, em Brasília: Palácio do Planalto, Congresso Nacional e Supremo Tribunal Federal (STF).

    De acordo com apuração da âncora da CNN Daniela Lima, quatro personagens, que estão atualmente exercendo funções no governo, e estão diretamente relacionados com a crise que começou domingo em Brasília.

    / Reprodução/CNN

    O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, foi considerado omisso e está sendo criticado por escolher o ex-ministro da Justiça de Jair Bolsonaro (PL), Anderson Torres, que já havia dado provas de inação diante de protestos violentos de bolsonaristas, como Secretário de Segurança do DF.

    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o afastamento de Ibaneis pelo prazo de 90 dias.

    Anderson Torres, ex-Secretário de Segurança do Distrito Federal, é o responsável pela segurança da Esplanada de Ministérios. Torres sabia e permitiu a entrada de 100 ônibus fretados em Brasília e, segundo Alexandre de Moraes, o secretário teve descaso e conivência com os atos. Ele foi exonerado domingo, depois dos atos antidemocráticos.

    Na texto da decisão do ministro Alexandre de Moraes que afastou Ibaneis Rocha do cargo de governador, Moraes declarou: “Absolutamente NADA justifica a omissão e conivência do Secretário de Segurança Pública e do Governador do Distrito Federal com criminosos que, previamente, anunciaram que praticariam atos violentos contra os Poderes constituídos”.

    O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, havia alinhado com os integrantes das Forças Armadas que os acampamentos de manifestantes antidemocráticos na porta de quartéis seriam desmontados no domingo (8) à noite.

    Um dia antes, no sábado (7), o ministro descobriu que mais de 100 ônibus estavam indo em direção à Brasília. Na reunião ministerial de sexta (6), Múcio afirmou para Lula que a movimentação nos quartéis estavam diminuindo.

    Flávio Dino, ministro da Justiça, disse ter feito tudo que podia, mas que a obrigação era da Polícia Civil do Distrito Federal, de Ibaneis rocha. Dino está sendo criticado por falta de pressão ao governador do Distrito Federal.

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