Tarcísio sanciona lei que permite escolas cívico-militares em SP

Projeto aprovado permite a implementação desse modelo de ensino em redes municipais e estaduais do estado de São Paulo

Da CNN Brasil
Compartilhar matéria

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), sancionou nesta segunda-feira (27) o projeto de lei que viabiliza a implementação de escolas cívico-militares nas redes municipais e estadual de educação do estado.

A iniciativa prevê a atuação de policiais militares como monitores nas escolas que aderirem ao programa, com o objetivo de promover disciplina e civismo entre os estudantes.

Adesão voluntária

A adesão ao modelo cívico-militar é voluntária, cabendo às comunidades escolares e municípios manifestarem interesse. A expectativa do governo é que pelo menos 100 escolas optem por essa mudança já neste ano.

Para custear o projeto, serão destinados R$ 7,2 milhões por ano para o pagamento dos profissionais envolvidos. Eles passarão por um processo seletivo e terão atuação máxima de 5 anos nessa função.

Segurança e civismo

Durante o evento de sanção da lei, Tarcísio destacou sua experiência pessoal em um colégio militar e ressaltou os benefícios que espera com o novo modelo, como mais segurança para pais e alunos, além do reforço ao civismo.

"A gente coloca uma opção adicional nesse roteiro, nesse cardápio, as escolas cívico-militares. Para criar um ambiente onde tenha mais segurança, para criar um ambiente onde os pais vão ter um conforto, para criar um ambiente onde a gente possa desenvolver sim o civismo, onde a gente possa sim cantar o hino nacional, onde a gente possa sim fazer com que a disciplina ajude a ser um vetor da melhoria da qualidade do ensino", afirmou o governador.

(Publicado por Raphael Bueno, da CNN Brasil)

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.