Brasil registra 1.050 mortes por Covid-19 e mais de 61 mil novos casos em 24 h

Neste domingo (17), a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) se reúne para analisar dois dos três pedidos de uso emergencial da vacina no Brasil

Sinara Peixoto, da CNN, em São Paulo
16 de janeiro de 2021 às 19:09 | Atualizado 16 de janeiro de 2021 às 19:12
Cemitério em Manaus (AM) durante a pandemia da Covid-19
Cemitério em Manaus (AM) durante a pandemia da Covid-19
Foto: Bruno Kelly/Reuters (31.dez.2020)

O Ministério da Saúde confirmou neste sábado (16) a morte de 1.050 pessoas por Covid-19 em 24 horas no país. Segundo a pasta, 61.567 pessoas foram infectadas pelo novo corovanírus no mesmo período.

No total, o Brasil registra 209.296 mortes e 8.455.059 casos confirmados da doença.

Os números diários representam aqueles que são informados pelas secretarias municipais e estaduais da Saúde ao longo de 24 horas anteriores à divulgação.

Esse registro é afetado, portanto, pelas rotinas de trabalho desses órgãos, menos intensas aos finais de semana e feriados.

Uso emergencial de vacinas

Neste domingo (17), a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) se reúne para analisar dois dos três pedidos de uso emergencial no Brasil de possíveis vacinas contra a Covid-19, o da Oxford/AstraZeneca/Fiocruz e o da Coronavac, do Instituto Butantan com a Sinovac. 

Nessa sexta-feira (16), o laboratório União Química e o Fundo de Investimento da Rússia, responsáveis pela vacina Sputnik V, pediram autorização à (Anvisa) para uso emergencial do imunizante no Brasil, mas a agência ainda tem um prazo de dez dias para analisar o pedido e os documentos enviados. Portanto, a Sputnik não entra na avaliação deste domingo.

Os cinco integrantes da diretoria colegiada da Anvisa vão analisar se imunizantes de Oxford e do Butantan reúnem condições suficientes de eficácia e segurança para que possam ser aplicados de forma emergencial.

A sessão será transmitida ao vivo pelos canais da EBC (Empresa Brasil de Comunicação).