Secretaria Nacional do Consumidor alerta para venda de vacina pirata

A preocupação com os imunizantes piratas cresceu diante da iminente liberação de uma vacina pela Anvisa

Da CNN, em Brasília
16 de janeiro de 2021 às 20:49 | Atualizado 16 de janeiro de 2021 às 20:53
Recipientes de vacina de Oxford/AstraZeneca no Serum Institute da Índia
Secretaria alertou para a venda de falsas vacinas em sites e feiras
Foto: Francis Mascarenhas/Reuters (30.nov.2020)

Temendo a comercialização de vacinas piratas contra o novo coronavírus, a Secretaria Nacional do Consumidor informou neste sábado (16) que vai promover ação integrada com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o combate à pirataria. 

O órgão, que é ligado ao Ministério da Justiça, afirma que já identificou tentativas de venda de vacinas falsas em sites e feiras livres, com base em denúncias feitas ao Procon de São Paulo.

"Com o anseio da população pela vacina, já foram identificadas tentativas de comercialização de produtos falsificados em todas as regiões do Brasil, inclusive em feiras livres", afirmou, em nota, a secretária nacional do consumidor e presidente do Conselho Nacional de Combate à Pirataria, Juliana Domingues.

Com a expansão do comércio eletrônico, especialmente na pandemia, a circulação de produtos piratas ficou mais comum. A preocupação com os imunizantes piratas cresceu diante da iminente liberação de uma vacina pela Anvisa.

"Essas vacinas são produtos fraudulentos e sem qualquer eficácia comprovada. Os marketplaces que oferecem o produto podem estar tentando captar dados pessoais e bancários dos consumidores para novos golpes”, alerta a secretária.