Painel da Vacina: Brasil é o 68º país no ranking global e 4º no total de doses

País aplicou 114,4 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19; são 54,03 doses aplicadas a cada 100 habitantes

Julyanne Jucá e Vital Neto, da CNN, em São Paulo
12 de julho de 2021 às 11:22
Vacinação de jovens no Amazonas (10,Jul.2021)
Vacinação de jovens no Amazonas (10.jul.2021)
Foto: Reprodução/CNN

O Brasil está em 68º lugar no ranking global de aplicação de doses da vacina contra Covid-19 nesta segunda-feira (12), na relação a cada 100 habitantes. O país, que iniciou a vacinação há mais de cinco meses, já esteve na 56ª posição desse ranking e chegou a descer para a 70º. 

Entre os países que compõem o G20, grupo das 20 maiores economias do mundo, o país continua em 11º. Segundo os dados atualizados pela Agência CNN, o Brasil aparece com 54,03 doses aplicadas a cada 100 habitantes. 

O Reino Unido segue na liderança da lista, com 118,80 na relação a cada 100 pessoas. O Canadá aparece na sequência, com 112,63. Em seguida, os Estados Unidos (99,91) aparecem em terceiro lugar, seguidos pela Alemanha (97,80), China (96,05) e Itália (95,29) . A França (87,51) aparece em 7º lugar, seguida pela Turquia (68,95). A Arábia Saudita aparece na sequência, com 56,95 doses aplicadas a cada 100 habitantes. No 10º, antes ocupado pelo Brasil, aparece a Argentina, com 54,47 doses aplicadas na mesma proporção. 

Painel da Vacina mostra posição do Brasil no ranking global da vacinação contra a Covid-19
Foto: CNN Brasil

Considerando os números absolutos da vacinação, a China continua com a liderança do ranking, com 1.382,482 bilhão de doses já aplicadas. 

No segundo lugar, aparece a Índia, com 377,3 milhões de doses aplicadas. Em seguida, os Estados Unidos, com 334,1. O Brasil permanece em quarto lugar, com 114,4 milhões de doses aplicadas – mesma posição se considerarmos os países do G20. 

A Alemanha aparece em 5º, com 81,8 doses aplicadas. O Reino Unido está na 6ª posição, com 80,6 milhões de doses aplicadas em números absolutos. Os dados foram compilados pela Agência CNN com informações das secretarias estaduais de Saúde e do site Our World in Data, ligado à Universidade de Oxford, no Reino Unido.