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    Anvisa decide nesta quinta-feira (20) sobre aplicação da CoronaVac em crianças

    Governo de São Paulo planeja iniciar vacinação de grupo "15 minutos após decisão da Agência"

    Este é o segundo pedido do Butantan para uso do imunizante nesta faixa etária
    Este é o segundo pedido do Butantan para uso do imunizante nesta faixa etária Breno Esaki/Agência Saúde DF

    Emylly AlvesHenrique Andradeda CNN

    São Paulo

    Nesta quinta-feira (20), a partir das 10h, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) analisa o pedido de uso emergencial da vacina CoronaVac contra Covid-19 em crianças e adolescentes de 3 a 17 anos de idade.

    O pedido foi feito pelo Instituto Butantan no fim do ano passado. Esta é a segunda solicitação realizada pelo Instituto, que teve a primeira negada por falta de documentação.

    Em coletiva do governo de São Paulo nesta quarta-feira (19), o governador João Doria (PSDB) disse que o Butantan tem 15 milhões de doses da CoronaVac prontas para uso. Destas, 12 milhões estão reservadas para crianças de 3 a 11 anos.

    “Tendo a aprovação da Anvisa, São Paulo começa a vacinar imediatamente as crianças nessa faixa etária”, afirmou Doria.

    Segundo a coordenadora do Programa Estadual de Imunização, Regiane de Paula, o estado já tem toda o esquema logístico pronta para distribuir a vacina de forma imediata para todos os 645 municípios paulistas.

    A Anvisa se reuniu com o Butantan há uma semana para discutir o uso da CoronaVac em crianças e adolescentes e informou que o processo de avaliação estava na etapa final. A Agência também discutiu a aplicação do imunizante com técnicos da Sinovac e especialistas de diferentes órgãos da saúde do Brasil.

    Em entrevista á CNN nesta seunda-feira (17), Dimas Covas, presidente do Instituto, afirmou que a “Coronavac é segura e necessária para crianças”.

    “Oferecemos à Anvisa um conjunto relevante de dados sobre a Coronavac, um dossiê sobre a utilização e segurança da vacina na China, com mais de 211 milhões de crianças e adolescentes vacinados”, afirmou Covas.