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    Dia Mundial do Coração: Como controlar a pressão arterial pode prevenir doenças

    No quadro Correspondente Médico, Fernando Gomes falou sobre o Dia Mundial do Coração e formas de prevenir doenças que afetam o órgão

    Da CNN*

    Em São Paulo

    Na edição desta quarta-feira (29) do quadro Correspondente Médico, do Novo Dia, o neurocirurgião Fernando Gomes falou sobre a relação do controle da pressão arterial com a prevenção de doenças cardiovasculares.

    No Dia Mundial do Coração, um levantamento feito pela CNN com base em dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia revela que o número de mortes por doenças cardiovasculares aumentou quase 7% neste ano em relação a 2020. Mais de 230 mil brasileiros morreram por esse motivo somente em 2021.

    Gomes destacou que, além da questão genética que pode causar problemas ao coração em quem já tem pré-disposição, o estilo de vida também pode influenciar no surgimento de doenças.

    “A questão do colesterol, pressão arterial, diabetes, tabagismo, sedentarismo, obesidade [podem influenciar no coração]. Se vivermos tendo como base tudo o que a medicina já descobriu e alerta, as nossas chances de ter longevidade e, principalmente, viver bastante com qualidade aumenta demais”, disse o médico.

    Fernando Gomes também relembrou que a pressão alta é diagnosticada quando se tem valores acima de 14 por 9, por isso, é necessário sempre fazer aferição.

    “Em medicina, falamos que as doenças podem ter sinais e sintomas. Ou seja, isso é um sinal, e é preciso fazer a aferição para saber com certeza, mas existem sintomas que podem aparecer em crises hipertensivas”, disse.

    Os principais sintomas da pressão alta são:

    • Dor de cabeça;
    • tontura;
    • zumbido no ouvido;
    • dores no peito;
    • cansaço e indisposição;
    • vermelhidão no rosto.

    “Muitas vezes, a hipertensão arterial é uma doença silenciosa e não causa sintomas. Porém, uma crise pode afetar órgãos importantes, como o coração (infarto) ou, até mesmo, causar um Acidente Vascular Cerebral (AVC)”, alertou o médico.

    (*Com informações de Nicole Lacerda, da CNN, em São Paulo)

    (Publicado por Daniel Fernandes)