Saúde: Proibição de exportação de seringas garante insumos ao plano de vacinação

Ministério afirmou, sem detalhar, que há estoque satisfatório de seringas em postos de vacinação do País

Mateus Vargas, do Estadão Conteúdo

Ouvir notícia

 

O Ministério da Saúde afirmou neste domingo (3), em nota, que pediu para interromper provisoriamente a exportação de seringas e agulhas, solicitação que foi acatada pelo Ministério da Economia.

“Desta forma, a pasta garantirá os insumos necessários para, somando às necessidades habituais do SUS, viabilizar a ampliação da oferta de seringas e agulhas para atender ao Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19”, afirmou a Saúde.

Leia também:

Saúde nega anúncio oficial de vacinação, mas reafirma três hipóteses de datas

Governo espera 2 milhões de doses da vacina de Oxford em janeiro

Compra de seringas fracassa e Saúde garante menos de 3% do que precisa

Governo federal planeja comprar 330 milhões de seringas e agulhas
Governo federal planeja comprar 330 milhões de seringas e agulhas
Foto: Michael Weber/Reuters

 O ministério disse ainda que estes produtos serão comprados “de forma legal pela pasta, dentro do parâmetro de preços praticados no período”.

A pasta afirmou, sem detalhar, que há estoque “satisfatório” de seringas em postos de vacinação do País. “Estes insumos, inclusive, podem ser utilizados para dar início à vacinação de forma célere e segura.”

As compras destes produtos eram feitas por estados e municípios, mas o ministério decidiu centralizar a aquisição para atender o aumento de demanda na pandemia.

Destaques do CNN Brasil Business:

Atraso na vacinação aumenta riscos para retomada econômica no Brasil

Aviões presidenciais: conheça os modelos usados pelos principais governos

Com salto de 31%, fortuna dos mais ricos tem avanço histórico em ano de pandemia

 

“Vale destacar que a pasta busca oferecer à população brasileira uma vacina o mais cedo possível, sem descuidar da segurança e eficácia, que serão garantidas pela aprovação da Anvisa”, disse a nota.

Mais Recentes da CNN