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    Cashback na reforma tributária é complemento e não se contrapõe à inclusão da carne, diz líder do governo à CNN

    José Guimarães afirma que mecanismo de devolução de impostos não se contrapõe à inclusão da carne na cesta básica

    Da CNN

    O líder do governo na Câmara dos Deputados, José Guimarães (PT-CE), esclareceu em entrevista ao Bastidores CNN que o mecanismo de cashback proposto na reforma tributária é um complemento e não se contrapõe à discussão sobre a inclusão da carne na cesta básica. “O cashback é um complemento, não é divergente da carne estar na cesta básica ou não. Esse mecanismo que foi instituído é o mais moderno e mais eficiente para devolver para os que pagam impostos”, afirmou.

    O deputado enfatizou a modernidade do sistema de cashback, explicando que ele permite um desconto imediato no momento da compra. “É você comprar e recebe já o desconto na hora. Portanto, é um mecanismo moderno e que não se contrapõe se a carne estiver ou não na cesta”, afirmou.

    A declaração de Guimarães vem em um momento de aparente divergência dentro do governo. Enquanto o presidente Lula manifestou publicamente sua oposição a certos aspectos da reforma, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defende o caminho do cashback.

    O líder do governo ressaltou que a reforma tributária é composta por vários itens, não se limitando apenas à questão da cesta básica. Ele argumentou que o cashback é uma forma eficaz de devolução de impostos, “sobretudo para aqueles que mais precisam”.

    A implementação do cashback na reforma tributária visa criar um sistema mais justo e eficiente de tributação, permitindo que os consumidores, especialmente os de baixa renda, recebam de volta parte dos impostos pagos em suas compras essenciais.

    Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais

    (Publicado por Raphael Bueno, da CNN Brasil)