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    A guerra que Putin tem hoje não é a que ele queria na Ucrânia, avalia professor

    À CNN Rádio, Vitélio Brustolin afirma que as eleições de meio de mandato nos Estados Unidos são um “fator determinante” para o conflito

    Edifício residencial destruído em Derhachi, na Ucrânia, em meio à invasão do país pela Rússia
    Edifício residencial destruído em Derhachi, na Ucrânia, em meio à invasão do país pela Rússia 21/03/2022 REUTERS/Oleksandr Lapshyn

    Amanda Garcia

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    “A guerra que Vladimir Putin tem não é a que o presidente russo queria”, avalia o professor doutor em Relações Internacionais da Universidade Federal Fluminense, Vitélio Brustolin.

    À CNN Rádio, ele explicou que, no início da invasão, Putin queria tomar rapidamente o centro de gravidade ucraniano. “Incluindo a capital Kiev, além de derrubar Volodymyr Zelensky do poder e submeter o território ao seu comando.”

    “A Ucrânia foi armada e treinada pela OTAN, e é mais forte agora do que era em 24 de fevereiro”, defendeu.

    O professor vê as eleições de meio de mandato dos Estados Unidos, que acontecem em novembro, como um “fator determinante” para a guerra – já que o país é quem mais ajuda a Ucrânia com armamentos.

    “Tanto os democratas, quanto os republicanos concordam com o apoio à Ucrânia. É uma eleição que o presidente Joe Biden fará de tudo para vencer, já que tem apenas 5 assentos na Câmara de vantagem.”

    Na avaliação de Vitélio, “o Ocidente e demais países do mundo não têm o que fazer no momento, a não ser sanção econômica, ou seria uma intervenção direta na guerra.”

    “As sanções não têm efeito imediato, mas no longo prazo têm”, completou.

    *Com produção de Isabel Campos

     

     

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