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    Na ONU, Hungria condena invasão russa à Ucrânia e diz que país receberá refugiados

    Embaixadora da Hungria disse que guerra em país vizinho é um grande risco

    Embaixadora da Hungria condena invasão russa em Assembleia-Geral da ONU
    Embaixadora da Hungria condena invasão russa em Assembleia-Geral da ONU Reprodução/CNNBRasil/01.mar.2022

    Artur Nicocelida CNN

    São Paulo

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    Em reunião emergencial da Assembleia-Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), que acontece desde segunda-feira (28), Zsuzsanna Horváth, embaixadora da Hungria – país vizinho da Ucrânia, região invadida pela Rússia desde quinta-feira (24) – afirmou que condena a invasão russa ao território ucraniano e diz que receberá refugiados.

    “Em resposta a crise humanitária, a Hungria está pronta para receber refugiados”. Zsuzsanna disse que muitos países pediram “nossa ajuda” e, com isso, estão criando um corredor humanitário para a entrada daqueles que estão fugindo da Ucrânia e não têm vistos.

    A embaixadora informou que pretendem colocar os refugiados em aeroportos mais próximos para realizarem viagens a outros países.

    Outra preocupação que ronda a Hungria é ser vizinha da Ucrânia; entre os dois países está uma ponta da Eslováquia, e a distância é de aproximadamente 1115 km. Para Zsuzsanna, “os acordos devem ser resolvidos de forma diplomática, mantendo os princípios da carta da ONU”.

    A Organização das Nações Unidas estima que 520 mil cidadãos ucranianos estejam refugiados em países vizinhos. Vale lembrar que a Hungria é membro da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte).

    Bolsonaro

    Em entrevista à CNN, Carlos Gustavo Poggio, professor de relações internacionais da FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado), afirmou que a Hungria se coloca contra a Rússia porque, na década de 50, a região foi invadida pela União Soviética. “E a entrada do país na Otan é para que se proteja de uma intervenção russa”.

    Outro ponto que o professor destaca é qual pode ser o posicionamento do presidente Jair Bolsonaro (PL) “agora”, já que ele admira tanto Vladimir Putin, presidente da Rússia, quanto Viktor Orbán, primeiro-ministro da Hungria, “já que se diz amigo dos dois”.

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