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    Volta às aulas presenciais é modelo adotado por 17 capitais e DF; veja lista

    Decisões divergentes sobre obrigatoriedade de comprovante vacinal contra a Covid-19 também marcam retorno às escolas – ou às aulas online – em 2022

    Carolina FigueiredoElizabeth MatravolgyiBeatriz AraújoJulyanne Jucáda CNN*

    em São Paulo

    Com a proximidade da volta às aulas neste 1º semestre de 2022, a maioria dos estados e de suas capitais já definiu o modelo de retorno das atividades de crianças e adolescentes, prevalecendo no país o retorno presencial.

    Segundo levantamento da Agência CNN, 17 capitais e o Distrito Federal definiram que irão retomar ou manter as aulas totalmente presenciais [veja lista abaixo] – em alguns casos, há exceções para alunos com comorbidades, que poderão adotar o esquema híbrido.

    Somente duas capitais mantiveram, até o momento, o retorno via aulas online – Belém (PA) e Manaus (AM) –, enquanto Teresina (PI) determinou que as aulas aconteçam sob o esquema híbrido.

    Fortaleza (CE), Rio Branco (AC) e Boa Vista (RR) não haviam decidido até o fechamento desta reportagem, enquanto Maceió (AL) e João Pessoa (PB) não responderam.

    Somente Belo Horizonte (MG) expressamente adiou o início das aulas de alguma faixa etária – no caso, para as crianças de 5 a 11 anos, público-alvo da atual campanha de imunização infantil contra a Covid-19.

    A justificativa ampara-se no crescimento de casos da variante Ômicron na capital mineira. Apesar disso, a decisão da Prefeitura foi criticada por especialistas.

    Confira as capitais que adotarão o retorno às aulas presenciais em 2022:

    • Cuiabá (MT)
    • Natal (RN)
    • Rio de Janeiro (RJ)
    • São Paulo (SP)
    • Campo Grande (MS)
    • Florianópolis (SC)
    • Palmas (TO)
    • Porto Alegre (RS)
    • Curitiba (PR) (ainda analisa se também haverá a forma remota)
    • Salvador (BA)
    • Recife (PE)
    • Porto Velho (RO)
    • Vitória (ES)
    • Macapá (AP)
    • Goiânia (GO)
    • Distrito Federal
    • São Luís (MA)
    • Aracaju (SE)

    Comprovante de vacinação

    Os estados de São Paulo, Paraíba e Piauí informaram à CNN que exigirão o comprovante de vacinação contra a Covid-19 para estudantes.

    No caso paulista, a decisão será válida para escolas estaduais a partir do 2º bimestre. Em um primeiro momento, haverá rastreamento e conscientização de pais de crianças e jovens não vacinados.

    Nenhum aluno será impedido de assistir às aulas e frequentar a escola, mas o governo de SP afirmou que tanto o Ministério Público quanto o Conselho Tutelar serão acionados em casos de resistência expressa contra a vacina.

    Por ser uma decisão das unidades de ensino estaduais, escolas municipais e privadas têm autonomia para seguir ou não a recomendação geral.

    Até o momento, Minas Gerais afirmou que não deverá implementar a obrigatoriedade do documento, mas disse que “orienta a solicitação do comprovante de vacinação dos estudantes na volta às aulas da rede pública”.

    O estado de Alagoas ainda estuda a implementação da exigência.

    Por outro lado, 11 estados informaram à CNN que não irão exigir o passaporte vacinal dos alunos neste volta às aulas. São eles:

    • Rio de Janeiro
    • Espírito Santo
    • Paraná
    • Goiás
    • Mato Grosso
    • Bahia
    • Pernambuco
    • Sergipe
    • Amazonas
    • Roraima
    • Maranhão

    Por fim, 10 estados não responderam ao questionamentos sobre comprovante vacinal até a noite do sábado (29). São eles o Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Ceará, Rio Grande do Norte, Acre, Amapá, Pará, Rondônia e Tocantins.

    *Com informações de Danilo Moliterno, Giovanna Galvani e Matheus Meirelles, da CNN