Rio de Janeiro mantém uso obrigatório de máscara em locais fechados

Prestes a chegar a 75% da população adulta vacinada com as duas doses, cidade decide adiar nova etapa de flexibilização.

Thayana AraújoPauline Almeidada CNN

Rio de Janeiro

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A Prefeitura do Rio de Janeiro publicou no Diário Oficial desta sexta-feira (12) que a capital manterá o uso obrigatório de máscaras em ambientes fechados e transportes públicos.

A cidade tem 72,9% da população com o esquema vacinal completo. Inicialmente, a Secretaria Municipal de Saúde havia estipulado a flexibilização da proteção facial em locais fechados quando a cidade chegasse a 75%, o que deve acontecer nos próximos dias.

Nessa fase, a máscara seria obrigatória apenas para hospitais e transportes coletivos. No entanto, como havia adiantado o prefeito Eduardo Paes no meio da semana, o equipamento seguirá exigido também em locais fechados por enquanto.

No fim de outubro, os moradores da cidade foram liberados da proteção facial em locais abertos e sem aglomeração, como parte de um processo de flexibilização gradual. Naquela ocasião, a capital precisava chegar a 65% de toda a população da capital devidamente vacinada.

Além da imunização, os critérios estabelecidos pelo comitê científico e Secretaria Municipal de Saúde levam em conta fatores como a taxa de transmissão do vírus, o número de casos graves da doença e a comparação com outros países.

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, durante reabertura de um cinema no Conjunto de Favelas do Alemão / Ana Licia Soares/ CNN

Desde a divulgação do cronograma de reaberturas no Rio, os planos da prefeitura passaram por diversos reveses e reavaliações.

Na atual etapa de flexibilização da capital fluminense, permanece a desobrigação de máscaras contra a Covid-19 em locais abertos; as boates, casas de show e pistas de dança funcionam com 50% da capacidade; e as competições esportivas em estádios e ginásios estão liberadas com 100% do público, desde que o frequentador apresente o passaporte da vacina ou teste PCR feito, no mínimo, 48 horas antes.

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