CPI da Pandemia: Senadores têm mais de 500 documentos para analisar

Material contém informações públicas e sigilosas que complementam depoimento das testemunhas

Juliana Alves, da CNN em Brasília

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Nesta sexta-feira (28), como não há sessão de depoimentos da CPI da Pandemia, os senadores se dedicam à análise de documentos solicitados a órgãos específicos para complementar as respostas das testemunhas. Ao todo, os parlamentares têm mais de 500 documentos para avaliar.

À medida que as oitivas vão acontecendo, o Senado solicita documentos aos tribunais de contas e demais entidades dos estados, municípios e instituições federais. Todos os dados são ligados à situação da pandemia de Covid-19.

Alguns chegam em forma física, impressos, os demais em pen-drives ou em alguma mídia de armazenamento de dados. Todos ficam arquivados em uma sala privada do Senado Federal.

 

Sala da CPI

A sala onde ocorrem os depoimentos da CPI da Pandemia foi adaptada para garantir a segurança dos senadores, testemunhas, assessores parlamentares e demais convidados. Há divisórias de acrílico entre os espaços destinados a cada político e álcool gel nas mesas. Com a finalidade de cumprir a regra de distanciamento social, alguns assentos estão interditados.

Tanto os senadores, quanto seus assessores, precisam passam por testes RT-PCR de Covid-19 semanais para garantir que ninguém coloque em risco os participantes da comissão — que deve seguir por mais dois meses.

Nesta semana, a Comissão Parlamentar de Inquérito ouviu a Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES), Mayra Pinheiro, na terça-feira (25) e na quinta-feira (27) o Diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas.

No dia de intervalo entre os depoimentos, os senadores se reuniram para aprovar os requerimentos de novos depoentes, com isso, nove governadores foram convocados, ex-assessores, além de alguns profissionais da área da ciência e saúde.

Além disso, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e o ex-ministro da pasta, Eduardo Pazuello, foram reconvocados.

 

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