Pesquisa para o governo de MG, definição da terceira via e mais de 13 de maio

Pesquisa para a eleição para o governo de Minas Gerais traz o governador Romeu Zema (Novo), pré-candidato à reeleição, à frente, com 41%, seguido pelo ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandro Kalil (PSD), com 30%

Novas urnas eletrônicas para 2022
Novas urnas eletrônicas para 2022 Abdias Pinheiro/SECOM/TSE

Da CNN

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A pesquisa Genial/Quaest para o governo de Minas Gerais, que apontou o governador Romeu Zema (Novo) à frente, com 41%, seguido pelo ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), com 30%, e a decisão do PSDB, MDB e Cidadania de realizar pesquisas para a escolha de um candidato único da chamada “terceira via” à Presidência da República estão entre os destaques desta sexta-feira (13).

Pesquisa Quaest para o governo de MG: Zema tem 41%; Kalil, 30%; e Viana, 9%

Pesquisa Genial/Quaest para a eleição para o governo de Minas Gerais, divulgada em primeira mão pela CNN nesta sexta-feira (13), traz o governador Romeu Zema (Novo), pré-candidato à reeleição, à frente, com 41%, seguido pelo ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandro Kalil (PSD), com 30%.

Na sequência, aparece o senador Carlos Viana (PL), com 9%. De acordo com o levantamento, Zema venceria no primeiro turno, com 51,8% dos votos válidos. A proporção dos que dizem que irão votar em branco, anular ou deixar de votar chega a 11%. Os indecisos representam 10%.

A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistadas 1.480 pessoas face a face entre os dias 7 e 10.

Terceira via fará pesquisas para escolher candidato único

O Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), o Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e o Cidadania anunciaram, nesta quinta-feira (12), que realizarão pesquisas para a escolha do candidato único à Presidência da República.

O Instituto Guimarães Pesquisa e Planejamento será a empresa responsável pelo levantamento. Os resultados serão divulgados em 18 de maio. Segundo o analista de política da CNN Gustavo Uribe, serão feitas consultas qualitativas e quantitativas.

O ex-governador de São Paulo João Doria é o pré-candidato do PSDB, que tem federação com o Cidadania. Já a senadora do Mato Grosso do Sul Simone Tebet é a pré-candidata do MDB.

Presidente do TSE diz que quem trata de eleições são “forças desarmadas”

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, mandou nesta quinta-feira (12) um recado para quem espera que as Forças Armadas interfiram no processo eleitoral. Foi a reação mais dura de Fachin aos ataques às urnas eletrônicas que vêm sendo feitos pelo presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Quem trata de eleições são as forças desarmadas. E, portanto, as eleições dizem respeito à população civil que, de maneira livre e consciente, escolhe os seus representantes. A Justiça Eleitoral está aberta ouvir, mas jamais estará aberta a se dobrar a quem quer que queira tomar as rédeas do processo eleitoral”, disse o ministro.

A fala de Fachin ocorre em meio ao aumento das tensões nos últimos dias entre os militares e o TSE e após a Corte rejeitar sugestões feitas pelas Forças Armadas ao processo eleitoral.

O tribunal apontou erros de cálculo no documento enviado pelos militares para questionar a segurança das urnas e informou que várias das medidas indicadas já são adotadas.

União Europeia fornecerá mais € 500 milhões em ajuda militar à Ucrânia

O chefe de política externa da União Europeia, Josep Borrell, disse nesta sexta-feira (13) que o bloco fornecerá mais 500 milhões de euros em apoio militar à Ucrânia e que está confiante de que um acordo pode ser alcançado nos próximos dias para um embargo ao petróleo russo.

Falando a repórteres antes da reunião dos ministros das Relações Exteriores do G7 na Alemanha, Borrell disse que o apoio militar seria para armas pesadas, como tanques e artilharia, e levaria a ajuda do bloco a cerca de 2 bilhões de euros.

“Um novo impulso para o apoio militar. (Será) mais pressão sobre a Rússia com sanções econômicas e continuidade do isolamento internacional do país e combate à desinformação”, disse ele.

Tribunal ucraniano vai ouvir 1º caso de crime de guerra contra soldado russo

Um tribunal ucraniano deve começar nesta sexta-feira (13) a julgar o primeiro caso de crimes de guerra decorrente da invasão da Rússia em 24 de fevereiro, em acusação de um soldado russo capturado pelo assassinato de um civil de 62 anos.

O caso é de enorme importância simbólica para a Ucrânia. O governo ucraniano acusa a Rússia de atrocidades e brutalidade contra civis durante a invasão e diz que identificou mais de 10.000 possíveis crimes de guerra.

A Rússia negou mirar civis ou qualquer envolvimento em crimes de guerra e acusou Kiev de encená-los para difamar suas forças.

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* Publicado por Léo Lopes

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