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    Por unidade, G-7 da CPI evitou votar requerimento para prisão de Wajngarten

    Nos bastidores, grupo oposicionista da CPI queria prisão de ex-secretário de Bolsonaro por mentir; presidente da CPI agiu contra

    Presidente da CPI da Pandemia, senador Omar Aziz (PSD-AM)
    Presidente da CPI da Pandemia, senador Omar Aziz (PSD-AM) Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

    Caio Junqueirada CNN

     O G-7, a maioria oposicionista da CPI da Pandemia, debateu o pedido de prisão de Fabio Wajngarten a portas fechadas no último intervalo antes de o relator Renan Calheiros (MDB-AL) formalizar o pedido.

    Em uma sala anexa da comissão, Renan disse ao presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), que Wajngarten estava mentindo e que iria pedir a prisão dele. Omar rejeitou a ideia. Disse, segundo fontes, que a prisão era um último tiro a ser dado e que não era o caso.

     

    Outros senadores do grupo, porém, apoiaram a ideia de Renan. Avaliaram então apresentar um requerimento e levá-lo à votação. Omar disse que era contra a ideia, mas que se fizessem um requerimento colocaria para votar.

    Renan então ponderou que em nome da unidade do grupo era melhor não fazer o requerimento, mas que iria sim pedir a prisão até como alerta aos próximos depoentes para evitar que eles mintam.