Painel da Vacina: Brasil vai a 66º no ranking global e é 4º no total de doses

País aplicou 120 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19; são 56,73 doses aplicadas a cada 100 habitantes

Julyanne Jucá e Vital Neto, da CNN, em São Paulo
16 de julho de 2021 às 13:17
Vacinação de jovens no Amazonas (10,Jul.2021)
Vacinação de jovens no Amazonas (10,Jul.2021)
Foto: Reprodução/CNN

O Brasil está em 66º lugar no ranking global de aplicação de doses da vacina contra Covid-19 nesta sexta-feira (16), na relação a cada 100 habitantes. O país, que iniciou a vacinação há mais de cinco meses, já esteve na 56ª posição desse ranking e chegou a descer para a 70º – nas últimas semanas ocupava a 68ª posição

Entre os países que compõem o G20, grupo das 20 maiores economias do mundo, o país está em 11º. Segundo os dados atualizados pela Agência CNN, o Brasil aparece com 56,73 doses aplicadas a cada 100 habitantes. 

O Reino Unido segue na liderança da lista, com 119,96 na relação a cada 100 pessoas. O Canadá aparece na sequência, com 117,36. Em seguida, a Alemanha (101,44), os Estados Unidos (100,48) aparecem em quarto lugar, seguidos pela Itália (99,18) e China (99,10). A França (92,24) aparece em 7º lugar, seguida pela Turquia (73,21). A Arábia Saudita aparece na sequência, com 61,92 doses aplicadas a cada 100 habitantes. No 10º, antes ocupado pelo Brasil, aparece a Argentina, com 57,83 doses aplicadas na mesma proporção. 

 

Painel da Vacina mostra posição do Brasil no ranking global de vacinação contra a Covid-19
Foto: CNN Brasil

 
Considerando os números absolutos da vacinação, a China continua com a liderança do ranking, com 1.426,347 bilhão de doses já aplicadas. 

No segundo lugar, aparece a Índia, com 391,3 milhões de doses aplicadas. Em seguida, os Estados Unidos, com 336 milhões. O Brasil permanece em quarto lugar, com 120,1 milhões de doses aplicadas – mesma posição se considerarmos os países do G20. 

A Alemanha aparece em 5º, com 84,9 doses aplicadas. O Reino Unido está na 6ª posição, com 81,4 milhões de doses aplicadas em números absolutos. Os dados foram compilados pela Agência CNN com informações das secretarias estaduais de Saúde e do site Our World in Data, ligado à Universidade de Oxford, no Reino Unido.