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    BYD Song Pro é novo SUV de entrada da marca e custa a partir de R$ 190 mil

    Veículo híbrido chega em duas versões que se diferem pela potência e autonomia em modo elétrico; produção nacional começará neste ano

    BYD Song Pro
    BYD Song Pro BYD/Divulgação

    João Vitor Ferreiracolaboração para a CNN

    Para tentar atingir um público mais abrangente, a BYD lançou nesta quarta-feira (10) o Song Pro DM-i, seu mais novo SUV de entrada. Baseado no Song Plus, o híbrido plug-in chega em duas versões: GI e GS, que custam R$ 189.800 e R$ 199.800 respectivamente.

    A diferença entre as versões está na potência e na autonomia em modo elétrico, já que ambos são equipados com o motor 1.5 aspirado, um de 98 cv e 12,4 kgfm, e o outro elétrico de 197 cv e 30,6 kgfm.

    A versão mais básica entrega ao todo 223 cv e 71 km de autonomia elétrica. Já o GS desenvolve 235 cv e 110 km no modo elétrico.

    Embora tenham o mesmo conjunto mecânico, as baterias têm tamanhos distintos (12,9 kWh para o GL e 18,3 kWh para o GS), o que levou a BYD a ajustar a entrega de potência de acordo com cada caso. O torque combinado não foi divulgado.

    Com isso, o SUV híbrido faz de 0 a 100 km/h em 8,3 segundos na versão GI, e em 7,9 segundos na GS. A velocidade máxima é 185 km/h para as duas variantes.

    A autonomia segue o ciclo de medição chinês NEDC, mais otimista que o do Inmetro. Então pode esperar que os números do padrão nacional sejam menores.

    O BYD Song Pro traz muitas das qualidades do Song Plus, que atualmente custa a partir de R$ 239.800. Por exemplo, ele tem 4,74 metros de comprimento, 1,86 metro de largura, 1,68 metro de altura e 2,71 metros de distância entre-eixos, praticamente as mesmas proporções do “veículo irmão”.

    Até na parte estética será um pouco difícil de diferenciá-los. Para saber qual é o veículo será necessário reparar nos frisos e outros elementos na coluna C, além dos detalhes da carroceria, que são cinzas no Song Pro e cromados no Plus.

    Por dentro, as diferenças são mais nítidas. O Song Pro traz telas de 12,8 polegadas para a central multimídia e de 8,8 polegadas para o quadro de instrumentos digital, ambas menores que as do Plus.

    O Song Pro não conta com itens como bancos com aquecimento e ventilação e os ajustes elétricos do assento do carona. Mas a BYD manteve nele o bom acabamento interno, utilizando materiais macios ao toque.

    De série, as duas versões trazem itens como câmeras de 360º, GPS integrado, chave NFC, faróis de LED, porta-malas elétrico, controle de cruzeiro e ar-condicionado de duas zonas. O GS ainda ganha alguns mimos a mais, como o carregador de celulares por indução, filtro de partículas de ar e ajustes elétricos para o banco do motorista.

    Para justificar o preço normal, a BYD usou no Song Pro a mesma estratégia do sedan King, excluindo sistemas Adas mais avançados como o controle de cruzeiro adaptativo, frenagem autônoma de emergência e assistente de permanência em faixa.

    A BYD oferece garantia de oito anos para a bateria e de seis anos para o trem de força e chassi. Além das vendas diretas, o modelo também está disponível para assinatura com mensalidades de R$ 4.925.

    Produção nacional

    Apesar do preço inicial de R$ 189.800, a tendência é que o Song Pro se torne mais barato com o tempo. Isso porque ele será o primeiro modelo montado na fábrica da BYD em Camaçari, na Bahia.

    A ideia é que as linhas de produção comecem a funcionar ainda em 2024 no regime SKD, em que os componentes chegam prontos de fora e são apenas montados aqui. Mas a intenção da BYD é que a produção completa seja implementada em 2025.

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