Daniela Filomeno é finalista do Prêmio Europa de Comunicação 2025
Jornalista concorreu na categoria “Melhor Matéria Audiovisual” com reportagem sobre a Lapônia, exibida durante a sétima temporada do CNN Viagem & Gastronomia

A jornalista e apresentadora Daniela Filomeno foi finalista do Prêmio Europa de Comunicação 2025, conhecido como o “Oscar dos jornalistas de viagens no Brasil”, com a reportagem "Lapônia: entre a natureza estonteante e a vida selvagem", do programa CNN Viagem & Gastronomia, exibido na CNN Brasil.
A cerimônia de anúncio dos vencedores foi nesta terça-feira (11), na Residência Consular da França, em São Paulo. Os premiados foram:
- Diego Berlitz por "Conheça Tropea, o mar mais azul da Itália", na categoria "Destaque em Conteúdo Audiovisual";
- Luciana Lancellotti por "Doces de Clausura", na categoria “Destaque em Conteúdo nas Redes Sociais”;
- (atualizado) Marina Vidigal por "Fiordes Noruegueses: uma viagem por um dos destinos de natureza mais espectaculares to mundo", na categoria "Destaque em Conteúdo Escrito".
Daniela concorreu na categoria "Destaque em Conteúdo Audiovisual" com o último episódio da sétima temporada do CNN Viagem & Gastronomia. Na viagem à Lapônia, mais especificamente entre a Suécia e a Noruega, a jornalista conheceu um hotel feito inteiramente de gelo, realizou o sonho de ver a aurora boreal e ficou cara a cara com lobos selvagens.
O júri foi composto pelas professoras Deisy Fernanda Feitosa, da Faculdade Cásper Líbero, e Debora Cordeiro Braga, coordenadora do curso de turismo na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), e pelo jornalista Mario Toledo. Eles avaliaram trabalhos de outros oito comunicadores que disputaram o Prêmio Europa na categoria "Melhor Material Audiovisual".
Em 2024, a apresentadora venceu a premiação na mesma categoria com o episódio “Copenhague: Uma Viagem Sustentável e Gastronômica”, também da sétima temporada do programa.
O prêmio é uma iniciativa da Comissão Europeia de Turismo no Brasil, que reconhece a excelência do trabalho dos profissionais de comunicação que difundem os destinos turísticos, a cultura e a imagem da Europa para os brasileiros.
Conheça a Lapônia
A sétima temporada do CNN Viagem & Gastronomia dedicou um programa às maravilhas da Lapônia, mais especificamente nos territórios da Suécia e da Noruega. Na porção sueca, a cidade de Kiruna foi o ponto de partida para as descobertas.
Rica em depósitos minerais, Kiruna tem uma das maiores minas de ferro do mundo e é a cidade mais ao norte da Suécia. A alguns quilômetros do centro, na vila de Jukkasjärvi, fica localizado o Icehotel, hotel de gelo que inspirou tantos outros ao redor do mundo.
Além de receber viajantes para estadias, o endereço virou uma atração turística. A estrutura é esculpida anualmente com gelo do rio vizinho e, para erguê-la, são necessários 2.500 blocos, cada um com duas toneladas. São cerca de 15 quartos padrão e outras 12 suítes temáticas. No interior do hotel, temperaturas entre -5ºC e -8ºC são constantes.
Acima de Kiruna fica o Parque Nacional Abisko, procurado para a caça da aurora boreal. Não muito longe fica Björkliden, estação de esqui em meio a picos nevados com cabanas nas montanhas ao lado do lago Torne. A estação também é bastante procurada para o avistamento da aurora boreal.
Lapônia norueguesa: encontro com lobos
Já na porção norueguesa da Lapônia, um dos destaques é o Polar Park, centro de pesquisas e de conservação das espécies do Ártico, localizado na comuna de Bardu. O parque preserva o ambiente natural e serve como habitat para ursos, lobos, linces, alces e renas, que andam livremente pela natureza exuberante.
É comum se deparar com lobos, que uivam ao lado dos visitantes, pedem carinho e até os lambem. A atividade ajuda na conscientização e na proteção destas espécies. A porta de entrada para a Lapônia norueguesa, porém, é Narvik.
Cercada por montanhas e fiordes, a cidade tem atividades ao ar livre e linhas de trem entre as mais cenográficas do mundo, como a que faz a rota entre Estocolmo e Narvik ou a que leva os passageiros no alto das montanhas para que avistem a aurora boreal.
A cidade ainda é parada popular de cruzeiros e possui até o Narvik War Museum, museu que retoma fatos da 2ª Guerra Mundial, já que as redondezas foram palco da invasão alemã em 1940.


