Fundos imobiliários podem ser investimentos defensivos na crise; Entenda


Do CNN Brasil Business, em São Paulo
03 de junho de 2020 às 10:34
Podcast O que eu faço

Podcast "O que eu faço?" fala sobre as oportunidades em investimentos em fundos imobiliários

Foto: Divulgação

O brasileiro gosta de imóveis como investimento, mas tem apreciado cada vez mais dos fundos imobiliários. Somente em 2019, houve um aumento de 187,5% no total de dinheiro investido nesses fundos. E a conta, segundo especialistas, deve continuar subindo no futuro, apesar de passar por períodos complicados neste ano.

Mas como funcionam os fundos imobiliários? Eles como uma reunião de diversos imóveis em um único lugar. É possível, por exemplo, comprar uma fatia (ou um tijolo, se assim preferir) com investimentos iniciando de R$ 20 a R$ 30. O retorno para o investidor pode vir a cada mês ou até seis meses dependendo do fundo, o que seria uma espécie de aluguel para o investidor.

Também é possível investir em fundos considerados defensivos por investidores. Nesse momento de pandemia e quarentena, por exemplo, galpões logísticos, especialmente ligados ao comércio eletrônico, são os preferidos por especialistas.

Há também outros benefícios em investir: isenção de imposto de renda (o que não acontece no aluguel tradicional de um imóvel) e, ao contrário das ações, o valor dos fundos não cai a zero – afinal, há o valor próprio das propriedades que estão dentro do fundo.

Porém, como lembra Felipe Vaz, analista do Santander Corretora, os fundos imobiliários também sofrem com a volatilidade do mercado e os riscos da renda variável.

"Como todo investimento, ele está sujeito a alguns tipos de riscos. Existem os riscos de mercado, que tem a ver com uma natureza econômica ou financeira, e também tem o risco do mercado imobiliário, que é a desvalorização do imóvel e a desocupação", diz ele. Isso, claro, pode impactar diretamente no valor da cota do fundo.

Para entender mais, acompanhe o novo episódio do podcast "O que eu faço?", comandado por Fernando Nakagawa, diretor do CNN Brasil Business, e também por Luciana Barreto, âncora da CNN. O programa pode ser ouvido no player abaixo ou no seu aplicativo de streaming preferido. 

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